Mercado já precifica o pós-conflito no Irã e Petrobras aparece com “maior assimetria”
O mercado financeiro já começa a precificar cenários para um possível pós-conflito no Irã, afetando principalmente as ações de empresas do setor de petróleo e combustíveis, como a Petrobras (PETR3; PETR4) e a Ultrapar (UGPA3). Segundo análises do Itaú BBA, a Petrobras está considerada uma das opções mais conservadoras nesse novo cenário, mesmo após uma valorização recente de 16%. As distribuidoras de combustíveis também estão sendo avaliadas, com a Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3) apresentando margens que refletem níveis conservadores e normalizados para o futuro.
A precificação atual das ações da Petrobras e das distribuidoras de combustíveis reflete a expectativa do mercado em relação ao petróleo e às margens de lucro que essas empresas poderão ter no cenário pós-conflito. O fato de a Petrobras estar com uma perspectiva mais conservadora pode indicar uma oportunidade de investimento, dado seu potencial de valorização mais acentuada em relação a outros ativos do setor, como a PRIO, que tende a ser mais sensível às flutuações dos preços do petróleo.
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