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Vale S.A.
Abertura
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Máxima do dia
R$ 73,49
Mínima do dia
R$ 71,93
Volume
18,98 mi
Valor de mercado
303,08 bi
Máx. 52 semanas
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Mín. 52 semanas
R$ 52,37
EPS/LPA
3,6552
P/L
20,0791
O Ibovespa abriu em queda, corrigindo as altas das últimas semanas, refletindo a desvalorização do petróleo e a expectativa em torno da audiência pública nos EUA sobre tarifas propostas para produtos brasileiros.
O presidente do conselho da Vale, Daniel Stieler, deve oficializar sua renúncia ao cargo nesta segunda-feira, conforme informações do Valor.
A OPEC+ decidiu aumentar os níveis de produção de petróleo, mesmo em um cenário de preços do crude em baixa.
Com a bolsa enfrentando um cenário instável e a disputa presidencial se aproximando, analistas recomendaram ações de empresas consideradas resistentes para o segundo semestre.
O Ibovespa fechou em alta, alcançando 174 mil pontos, o maior nível desde junho, influenciado pela expectativa de um corte de juros na Selic devido à produção industrial abaixo das expectativas.
O Ibovespa apresentou alta mesmo diante da queda de 1,74% do minério de ferro e da produção industrial abaixo das expectativas.
Uma revisão do marco regulatório para a mineração pode abrir oportunidades significativas para a Vale (VALE3).
Os contratos de minidólar (WDOQ26) estão sendo monitorados de perto, uma vez que encerraram a última sessão praticamente estáveis, com uma leve alta de 0,07%.
Analistas do mercado acreditam que os preços do minério de ferro podem se manter elevados por um longo período, o que pode resultar em uma reprecificação das ações da Vale.
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
O Ibovespa fechou em alta de 0,64% após um alívio no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que trouxe expectativas de que o Federal Reserve poderia não elevar os juros tão cedo.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
As ações brasileiras apresentaram uma performance abaixo do esperado no primeiro semestre de 2026, com o Ibovespa fechando em alta de apenas 6,70%.
O Ibovespa começou o segundo semestre com uma leve queda de 0,20%, refletindo um aumento da aversão ao risco no mercado doméstico.
O Ibovespa iniciou o mês de julho com uma queda de 0,2%, refletindo a cautela dos investidores diante da incerteza sobre o ciclo de juros e as eleições.
A Bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa, apresentou uma leve queda de 0,20%, fechando aos 171.689 pontos.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
O Morgan Stanley avalia que o bull market das ações latino-americanas entrou em um 'limbo', porém mantém uma visão otimista para o Brasil, destacando que a bolsa brasileira está descontada.
O Ibovespa começou julho com uma queda moderada, refletindo o desempenho negativo do minério de ferro e do petróleo, além do clima pessimista nas bolsas americanas e europeias.
Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a última sessão com queda de 0,66%, reflexo de um movimento corretivo.
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou a sessão de terça-feira (30) com uma queda de 0,68%, finalizando em 172.024,12 pontos.
O Ibovespa apresentou um desempenho negativo, fechando em baixa de 0,68% após um dia volátil, onde chegou a registrar mínimas de 170.538 pontos.
O Ibovespa registrou uma queda superior a 1% nesta terça-feira, refletindo a alta dos juros futuros e a expectativa por dados do mercado de trabalho.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O Ibovespa terminou a sessão praticamente no empate, com uma leve baixa de 0,05% aos 173.205,35 pontos, em um pregão de liquidez reduzida.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A liquidez na B3 foi significativamente impactada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, resultando em um volume financeiro de R$ 10,2 bilhões, 54% menor que a média diária.
O Ibovespa apresenta uma leve alta de 0,04%, em meio à valorização das ações blue chips e à queda dos juros futuros.
O Ibovespa abriu em queda, corrigindo as altas das últimas semanas, refletindo a desvalorização do petróleo e a expectativa em torno da audiência pública nos EUA sobre tarifas propostas para produtos brasileiros.
O presidente do conselho da Vale, Daniel Stieler, deve oficializar sua renúncia ao cargo nesta segunda-feira, conforme informações do Valor.
A OPEC+ decidiu aumentar os níveis de produção de petróleo, mesmo em um cenário de preços do crude em baixa.
Com a bolsa enfrentando um cenário instável e a disputa presidencial se aproximando, analistas recomendaram ações de empresas consideradas resistentes para o segundo semestre.
O Ibovespa fechou em alta, alcançando 174 mil pontos, o maior nível desde junho, influenciado pela expectativa de um corte de juros na Selic devido à produção industrial abaixo das expectativas.
O Ibovespa apresentou alta mesmo diante da queda de 1,74% do minério de ferro e da produção industrial abaixo das expectativas.
Uma revisão do marco regulatório para a mineração pode abrir oportunidades significativas para a Vale (VALE3).
Os contratos de minidólar (WDOQ26) estão sendo monitorados de perto, uma vez que encerraram a última sessão praticamente estáveis, com uma leve alta de 0,07%.
Analistas do mercado acreditam que os preços do minério de ferro podem se manter elevados por um longo período, o que pode resultar em uma reprecificação das ações da Vale.
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
O Ibovespa fechou em alta de 0,64% após um alívio no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que trouxe expectativas de que o Federal Reserve poderia não elevar os juros tão cedo.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
As ações brasileiras apresentaram uma performance abaixo do esperado no primeiro semestre de 2026, com o Ibovespa fechando em alta de apenas 6,70%.
O Ibovespa começou o segundo semestre com uma leve queda de 0,20%, refletindo um aumento da aversão ao risco no mercado doméstico.
O Ibovespa iniciou o mês de julho com uma queda de 0,2%, refletindo a cautela dos investidores diante da incerteza sobre o ciclo de juros e as eleições.
A Bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa, apresentou uma leve queda de 0,20%, fechando aos 171.689 pontos.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
O Morgan Stanley avalia que o bull market das ações latino-americanas entrou em um 'limbo', porém mantém uma visão otimista para o Brasil, destacando que a bolsa brasileira está descontada.
O Ibovespa começou julho com uma queda moderada, refletindo o desempenho negativo do minério de ferro e do petróleo, além do clima pessimista nas bolsas americanas e europeias.
Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a última sessão com queda de 0,66%, reflexo de um movimento corretivo.
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou a sessão de terça-feira (30) com uma queda de 0,68%, finalizando em 172.024,12 pontos.
O Ibovespa apresentou um desempenho negativo, fechando em baixa de 0,68% após um dia volátil, onde chegou a registrar mínimas de 170.538 pontos.
O Ibovespa registrou uma queda superior a 1% nesta terça-feira, refletindo a alta dos juros futuros e a expectativa por dados do mercado de trabalho.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O Ibovespa terminou a sessão praticamente no empate, com uma leve baixa de 0,05% aos 173.205,35 pontos, em um pregão de liquidez reduzida.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A liquidez na B3 foi significativamente impactada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, resultando em um volume financeiro de R$ 10,2 bilhões, 54% menor que a média diária.
O Ibovespa apresenta uma leve alta de 0,04%, em meio à valorização das ações blue chips e à queda dos juros futuros.