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Gerdau S.A. Pfd
Abertura
R$ 22,92
Máxima do dia
R$ 23,10
Mínima do dia
R$ 22,58
Volume
10,45 mi
Valor de mercado
41,75 bi
Máx. 52 semanas
R$ 24,65
Mín. 52 semanas
R$ 15,81
EPS/LPA
0,8183
P/L
28,1951
O BTG Pactual aumentou sua recomendação para as ações da Gerdau, acreditando que o pior momento para o mercado brasileiro já passou.
O BTG Pactual elevou a recomendação das ações da Gerdau (GGBR4) para compra, apontando um preço-alvo de R$ 28, o que representa um potencial de valorização de 30,6%.
A Gerdau (GGBR4) recebeu sinal positivo da Fitch Ratings, que manteve seus ratings em 'BBB' e 'AAA(bra)', mas revisou a perspectiva de estável para positiva.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
A eleição presidencial de outubro está aumentando a volatilidade nas ações e no câmbio, conforme relatado pela equipe de estratégia da XP.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O JPMorgan manteve sua recomendação de compra para as ações da Gerdau (GGBR4), destacando a recuperação da empresa no setor, especialmente na América do Norte.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
O radar corporativo do dia destaca a distribuição de proventos de empresas como Itaúsa, Vibra e Telefônica Brasil, que aprovam pagamentos significativos de juros sobre capital próprio.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
Os investidores que possuem ações da Gerdau (GGBR4) e da JHSF (JHSF3) receberão dividendos nesta terça-feira, aumentando seu retorno sobre investimento.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Os mercados globais estão enfrentando um período de turbulência devido a riscos conhecidos e novas preocupações, como tensões no Oriente Médio e questões tarifárias.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma atualização nas tarifas aplicadas ao aço, cobre e alumínio importados.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
Os investimentos brasileiros diretos nos Estados Unidos caíram para US$ 28,88 bilhões em 2024, representando 4,7% dos investimentos no exterior.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
O BTG Pactual aumentou sua recomendação para as ações da Gerdau, acreditando que o pior momento para o mercado brasileiro já passou.
O BTG Pactual elevou a recomendação das ações da Gerdau (GGBR4) para compra, apontando um preço-alvo de R$ 28, o que representa um potencial de valorização de 30,6%.
A Gerdau (GGBR4) recebeu sinal positivo da Fitch Ratings, que manteve seus ratings em 'BBB' e 'AAA(bra)', mas revisou a perspectiva de estável para positiva.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
A eleição presidencial de outubro está aumentando a volatilidade nas ações e no câmbio, conforme relatado pela equipe de estratégia da XP.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O JPMorgan manteve sua recomendação de compra para as ações da Gerdau (GGBR4), destacando a recuperação da empresa no setor, especialmente na América do Norte.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
O radar corporativo do dia destaca a distribuição de proventos de empresas como Itaúsa, Vibra e Telefônica Brasil, que aprovam pagamentos significativos de juros sobre capital próprio.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
Os investidores que possuem ações da Gerdau (GGBR4) e da JHSF (JHSF3) receberão dividendos nesta terça-feira, aumentando seu retorno sobre investimento.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Os mercados globais estão enfrentando um período de turbulência devido a riscos conhecidos e novas preocupações, como tensões no Oriente Médio e questões tarifárias.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma atualização nas tarifas aplicadas ao aço, cobre e alumínio importados.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
Os investimentos brasileiros diretos nos Estados Unidos caíram para US$ 28,88 bilhões em 2024, representando 4,7% dos investimentos no exterior.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.