Ouro fecha em alta de olho em petróleo e à espera da ata do Fed
O preço do ouro fechou em alta nesta segunda-feira, 6, impulsionado pela fraqueza dos rendimentos dos Treasuries e pelas flutuações nos preços do petróleo.
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O preço do ouro fechou em alta nesta segunda-feira, 6, impulsionado pela fraqueza dos rendimentos dos Treasuries e pelas flutuações nos preços do petróleo.
Christopher Waller, diretor do Federal Reserve, destacou que a inflação elevada se tornou o principal risco para a política monetária do banco central dos EUA.
O membro do Banco Central Europeu (BCE), Pierre Wunsch, declarou que o BCE pode realizar um novo aumento nas taxas de juros em breve, visando conter a inflação.
Chris Waller, integrante do Federal Reserve, se juntou a Kevin Warsh em um apelo para repensar a maneira como os responsáveis pelas taxas de juros comunicam suas decisões aos investidores.
O índice PMI composto dos EUA teve um leve aumento para 51,9 pontos em junho, indicando uma expansão moderada da atividade econômica.
Christopher Waller, diretor do Federal Reserve, comentou sobre a estratégia de 'forward guidance' durante um evento recente.
O Ibovespa abriu em queda, corrigindo as altas das últimas semanas, refletindo a desvalorização do petróleo e a expectativa em torno da audiência pública nos EUA sobre tarifas propostas para produtos brasileiros.
O Banco Central encontrou um alívio nas expectativas de inflação que se mantiveram estáveis em 3,7% para 2028, conforme indicado no boletim Focus.
O Boletim Focus trouxe uma revisão das projeções econômicas, com a inflação projetada a 5,30% para 2026 e a Selic reduzida a 14,00%.
O bitcoin (BTC) está em queda, recuando para US$ 61.882,62, refletindo uma perda de força na recuperação observada anteriormente.
O Boletim Focus exibiu uma leve redução na projeção de inflação para o IPCA de 2026, passando de 5,33% para 5,30%, embora ainda esteja acima do teto da meta do Banco Central, que é de 4,50%.
O governo Lula anunciou um pacote de estímulos econômicos que mobiliza mais de R$ 180 bilhões, destacando-se por programas de crédito, garantias públicas e renúncias fiscais.
O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação de 2026 pela primeira vez após 16 semanas de altas consecutivas, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
O dólar apresenta alta moderada no mercado à vista, impulsionado pela valorização da moeda americana no exterior frente a outras divisas e a queda leve do petróleo, após novas decisões da Opep+.
Os juros futuros estão apresentando queda moderada, dando continuidade ao alívio observado na sexta-feira.
O dólar comercial iniciou o pregão de hoje com uma alta de 0,22%, alcançando a marca de R$ 5,1794, impulsionado pelo fortalecimento global da moeda americana.
O dólar apresenta uma leve alta frente ao real nesta segunda-feira, influenciado pela valorização da moeda americana no mercado internacional.
A semana começa com os mercados atentos a importantes indicadores que podem impactar as expectativas para inflação e juros, tanto no Brasil quanto no exterior.
O dólar iniciou o dia em alta, negociado a R$ 5,183, apresentando uma oscilação na semana anterior entre R$ 5,17 e R$ 5,21.
O relatório Focus indica que a mediana da taxa Selic para o fim de 2026 foi mantida em 14,00%, uma leve alta em relação à estimativa de 13,50% que havia sido registrada há um mês.
O dólar iniciou o dia em alta, refletindo a preocupação dos investidores com um possível aumento de tarifas e a expectativa por dados econômicos que podem influenciar a política monetária.
A mediana das projeções do IPCA para 2026 caiu de 5,33% para 5,30%, mas ainda se mantém acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,50%.
Os economistas do mercado ajustaram suas estimativas para a inflação brasileira em 2026, diminuindo a projeção de alta do IPCA de 5,33% para 5,30%.
Os analistas do Boletim Focus revisaram suas previsões para a inflação de 2026, reduzindo-a de 5,33% para 5,30%.
O cenário atual da renda fixa e das commodities é complexo, com a Opep anunciando um aumento na produção de petróleo, o que impacta diretamente os preços da commodity.
O índice de preços ao produtor (PPI) na zona do euro teve um avanço de 0,2% em maio, mantendo-se em linha com as expectativas de mercado.
Um novo conflito no Oriente Médio e uma onda de vendas de ativos nos Estados Unidos foram apontados como riscos significativos para a zona do euro, que, se ocorrerem juntos, podem levar a uma recessão na região e aumentar a inflação para cerca de 5%.
A Empiricus Research atualizou sua carteira recomendada de ações para o mês de julho, substituindo Direcional (DIRR3) por Cyrela (CYRE3).
A inflação ao consumidor nos países da OCDE subiu para 4,6% em maio de 2026, refletindo um aumento significativo nos preços de energia.
Os indicadores de atividade do setor de serviços dos Estados Unidos serão divulgados hoje, incluindo os PMIs da S&P Global e do ISM, que são fundamentais para entender a saúde econômica do setor.
O preço do ouro fechou em alta nesta segunda-feira, 6, impulsionado pela fraqueza dos rendimentos dos Treasuries e pelas flutuações nos preços do petróleo.
Christopher Waller, diretor do Federal Reserve, destacou que a inflação elevada se tornou o principal risco para a política monetária do banco central dos EUA.
O membro do Banco Central Europeu (BCE), Pierre Wunsch, declarou que o BCE pode realizar um novo aumento nas taxas de juros em breve, visando conter a inflação.
Chris Waller, integrante do Federal Reserve, se juntou a Kevin Warsh em um apelo para repensar a maneira como os responsáveis pelas taxas de juros comunicam suas decisões aos investidores.
O índice PMI composto dos EUA teve um leve aumento para 51,9 pontos em junho, indicando uma expansão moderada da atividade econômica.
Christopher Waller, diretor do Federal Reserve, comentou sobre a estratégia de 'forward guidance' durante um evento recente.
O Ibovespa abriu em queda, corrigindo as altas das últimas semanas, refletindo a desvalorização do petróleo e a expectativa em torno da audiência pública nos EUA sobre tarifas propostas para produtos brasileiros.
O Banco Central encontrou um alívio nas expectativas de inflação que se mantiveram estáveis em 3,7% para 2028, conforme indicado no boletim Focus.
O Boletim Focus trouxe uma revisão das projeções econômicas, com a inflação projetada a 5,30% para 2026 e a Selic reduzida a 14,00%.
O bitcoin (BTC) está em queda, recuando para US$ 61.882,62, refletindo uma perda de força na recuperação observada anteriormente.
O Boletim Focus exibiu uma leve redução na projeção de inflação para o IPCA de 2026, passando de 5,33% para 5,30%, embora ainda esteja acima do teto da meta do Banco Central, que é de 4,50%.
O governo Lula anunciou um pacote de estímulos econômicos que mobiliza mais de R$ 180 bilhões, destacando-se por programas de crédito, garantias públicas e renúncias fiscais.
O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação de 2026 pela primeira vez após 16 semanas de altas consecutivas, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
O dólar apresenta alta moderada no mercado à vista, impulsionado pela valorização da moeda americana no exterior frente a outras divisas e a queda leve do petróleo, após novas decisões da Opep+.
Os juros futuros estão apresentando queda moderada, dando continuidade ao alívio observado na sexta-feira.
O dólar comercial iniciou o pregão de hoje com uma alta de 0,22%, alcançando a marca de R$ 5,1794, impulsionado pelo fortalecimento global da moeda americana.
O dólar apresenta uma leve alta frente ao real nesta segunda-feira, influenciado pela valorização da moeda americana no mercado internacional.
A semana começa com os mercados atentos a importantes indicadores que podem impactar as expectativas para inflação e juros, tanto no Brasil quanto no exterior.
O dólar iniciou o dia em alta, negociado a R$ 5,183, apresentando uma oscilação na semana anterior entre R$ 5,17 e R$ 5,21.
O relatório Focus indica que a mediana da taxa Selic para o fim de 2026 foi mantida em 14,00%, uma leve alta em relação à estimativa de 13,50% que havia sido registrada há um mês.
O dólar iniciou o dia em alta, refletindo a preocupação dos investidores com um possível aumento de tarifas e a expectativa por dados econômicos que podem influenciar a política monetária.
A mediana das projeções do IPCA para 2026 caiu de 5,33% para 5,30%, mas ainda se mantém acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,50%.
Os economistas do mercado ajustaram suas estimativas para a inflação brasileira em 2026, diminuindo a projeção de alta do IPCA de 5,33% para 5,30%.
Os analistas do Boletim Focus revisaram suas previsões para a inflação de 2026, reduzindo-a de 5,33% para 5,30%.
O cenário atual da renda fixa e das commodities é complexo, com a Opep anunciando um aumento na produção de petróleo, o que impacta diretamente os preços da commodity.
O índice de preços ao produtor (PPI) na zona do euro teve um avanço de 0,2% em maio, mantendo-se em linha com as expectativas de mercado.
Um novo conflito no Oriente Médio e uma onda de vendas de ativos nos Estados Unidos foram apontados como riscos significativos para a zona do euro, que, se ocorrerem juntos, podem levar a uma recessão na região e aumentar a inflação para cerca de 5%.
A Empiricus Research atualizou sua carteira recomendada de ações para o mês de julho, substituindo Direcional (DIRR3) por Cyrela (CYRE3).
A inflação ao consumidor nos países da OCDE subiu para 4,6% em maio de 2026, refletindo um aumento significativo nos preços de energia.
Os indicadores de atividade do setor de serviços dos Estados Unidos serão divulgados hoje, incluindo os PMIs da S&P Global e do ISM, que são fundamentais para entender a saúde econômica do setor.