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Usinas Siderurgicas de Minas Gerais SA-Usiminas Pfd A
Abertura
R$ 8,63
Máxima do dia
R$ 8,81
Mínima do dia
R$ 8,50
Volume
6,74 mi
Valor de mercado
10,22 bi
Máx. 52 semanas
R$ 12,18
Mín. 52 semanas
R$ 3,90
EPS/LPA
-2,1184
O balanço da Usiminas (USIM5) no segundo trimestre de 2026 pode apresentar resultados mistos, com a divisão de mineração enfrentando desafios devido a custos elevados e volumes reduzidos.
O JPMorgan destacou em um relatório que há uma chance de recuperação na Bolsa brasileira, identificando também ações com potencial para um short squeeze, que ocorre quando uma alta rápida no preço força investidores a fechar posições vendidas.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
As ações da Usiminas (USIM5) estão se destacando com uma valorização de 39,30% até o final de junho, enquanto as ações da CSN (CSNA3) enfrentam uma queda de 46,67% no mesmo período.
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A Usiminas (USIM5) anunciou que a gestora de investimentos BlackRock elevou sua participação na empresa.
As ações da Usiminas tiveram uma valorização significativa, o que reflete um desempenho positivo da indústria de siderurgia, especialmente em tempos de recuperação da demanda.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
As ações da Usiminas (USIM5) e da Braskem (BRKM5) destacam-se no Ibovespa, encerrando maio com altas significativas de 30,2% e 12,9% respectivamente, enquanto o índice recua 6,4%.
O Ibovespa apresentou movimentações significativas, com Usiminas (USIM5) liderando as altas e acumulando uma valorização de quase 72% no ano, refletindo a confiança dos investidores no desempenho da empresa.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.
O balanço da Usiminas (USIM5) no segundo trimestre de 2026 pode apresentar resultados mistos, com a divisão de mineração enfrentando desafios devido a custos elevados e volumes reduzidos.
O JPMorgan destacou em um relatório que há uma chance de recuperação na Bolsa brasileira, identificando também ações com potencial para um short squeeze, que ocorre quando uma alta rápida no preço força investidores a fechar posições vendidas.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
As ações da Usiminas (USIM5) estão se destacando com uma valorização de 39,30% até o final de junho, enquanto as ações da CSN (CSNA3) enfrentam uma queda de 46,67% no mesmo período.
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
Em um cenário de incertezas devido a conflitos geopolíticos e ao ciclo de juros altas, gestores de investimento de empresas como Kapitalo, Avenue e Monte Bravo compartilham suas estratégias de alocação.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, enfrenta uma correção significativa, acumulando uma queda de mais de 15% desde sua máxima histórica.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O UBS BB revisou suas recomendações para o setor de commodities devido à escalada das tensões no Oriente Médio, que alterou a dinâmica de mercado.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
A forte correção do Ibovespa resultou em uma destruição significativa de valor para os investidores, com uma queda de 14,26% que fez o valor de mercado de 305 companhias abrir mão de R$ 778,1 bilhões.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
A Raízen apresentou um plano de recuperação extrajudicial que envolve injeções de capital e mudanças na governança, o que é crucial para estabilizar sua operação.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A Usiminas (USIM5) anunciou que a gestora de investimentos BlackRock elevou sua participação na empresa.
As ações da Usiminas tiveram uma valorização significativa, o que reflete um desempenho positivo da indústria de siderurgia, especialmente em tempos de recuperação da demanda.
Em maio, o Ibovespa apresentou um desempenho negativo, com 21 ações registrando uma queda superior a 10%, enquanto apenas 6 conseguiram subir pelo menos 10%.
As ações da Usiminas (USIM5) e da Braskem (BRKM5) destacam-se no Ibovespa, encerrando maio com altas significativas de 30,2% e 12,9% respectivamente, enquanto o índice recua 6,4%.
O Ibovespa apresentou movimentações significativas, com Usiminas (USIM5) liderando as altas e acumulando uma valorização de quase 72% no ano, refletindo a confiança dos investidores no desempenho da empresa.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O radar corporativo destaca a listagem das ações da Azul na NYSE, um passo importante para a empresa em termos de visibilidade e atração de investidores internacionais.