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Construtora Tenda SA
Abertura
R$ 36,74
Máxima do dia
R$ 37,06
Mínima do dia
R$ 36,05
Volume
2,09 mi
Valor de mercado
4,23 bi
Máx. 52 semanas
R$ 37,94
Mín. 52 semanas
R$ 20,24
EPS/LPA
4,9212
P/L
7,4588
O BTG Pactual fez mudanças em sua carteira de small caps, incluindo o Banco Inter (INBR32) e a Marcopolo (POMO4) como novos integrantes, enquanto Banco Pine (PINE4) e SBF (SBFG3) foram retirados.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
Analistas do Itaú BBA e do JPMorgan expressaram uma visão otimista após visita às operações da Tenda (TEND3) em Ribeirão Preto, observando os progressos no plano de recuperação da subsidiária Alea.
No atual cenário de juros altos e menor apetite por risco, as construtoras voltadas para a baixa renda estão se destacando nos portfólios dos investidores.
A MRV (MRVE3) anunciou a venda de ativos no Texas por US$ 139 milhões, mas o mercado reagiu negativamente devido ao valor da transação, que ficou abaixo das expectativas.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A Tenda comunicou que recebeu uma notificação de seu acionista Polo Capital, declarando que após a compra de ações da empresa, alcançou uma participação de 20,14% das ações ordinárias.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou uma alta significativa de 1,04% em abril de 2026, superando em muito os 0,36% registrados em março.
A S&P National Ratings elevou a classificação de crédito da construtora Tenda de 'brA+' para 'brAA-', mantendo uma perspectiva estável.
A Tenda (TEND3) anunciou a transição de seu CEO, com Marcos Cruz sendo indicado como sucessor de Rodrigo Osmo, após 15 anos à frente da empresa.
A Tenda anunciou a nomeação de Marcos Cruz como novo CEO, sucedendo Rodrigo Osmo, que ocupou o cargo durante 11 anos.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
Diversas empresas apresentaram seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com reações contrastantes no mercado.
Em resposta à crescente inflação de materiais e mão de obra, a Tenda decidiu priorizar o aumento de margem de lucro em vez do volume de vendas.
O BTG Pactual fez mudanças em sua carteira de small caps, incluindo o Banco Inter (INBR32) e a Marcopolo (POMO4) como novos integrantes, enquanto Banco Pine (PINE4) e SBF (SBFG3) foram retirados.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
Analistas do Itaú BBA e do JPMorgan expressaram uma visão otimista após visita às operações da Tenda (TEND3) em Ribeirão Preto, observando os progressos no plano de recuperação da subsidiária Alea.
No atual cenário de juros altos e menor apetite por risco, as construtoras voltadas para a baixa renda estão se destacando nos portfólios dos investidores.
A MRV (MRVE3) anunciou a venda de ativos no Texas por US$ 139 milhões, mas o mercado reagiu negativamente devido ao valor da transação, que ficou abaixo das expectativas.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
Recentemente, a saída de investidores estrangeiros e a reavaliação da trajetória dos juros nos Estados Unidos e no Brasil resultaram em uma bolsa doméstica negociando em níveis de avaliação raramente vistos na última década.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O relatório do Itaú BBA aponta que entre abril e maio, o mercado acionário brasileiro viu saídas significativas de capital, levando a uma postura mais cautelosa tanto de investidores locais quanto internacionais.
As incorporadoras de capital aberto encerraram o primeiro trimestre com indicadores financeiros crescentes, conforme levantamento do Valor Data.
A Tenda comunicou que recebeu uma notificação de seu acionista Polo Capital, declarando que após a compra de ações da empresa, alcançou uma participação de 20,14% das ações ordinárias.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou uma alta significativa de 1,04% em abril de 2026, superando em muito os 0,36% registrados em março.
A S&P National Ratings elevou a classificação de crédito da construtora Tenda de 'brA+' para 'brAA-', mantendo uma perspectiva estável.
A Tenda (TEND3) anunciou a transição de seu CEO, com Marcos Cruz sendo indicado como sucessor de Rodrigo Osmo, após 15 anos à frente da empresa.
A Tenda anunciou a nomeação de Marcos Cruz como novo CEO, sucedendo Rodrigo Osmo, que ocupou o cargo durante 11 anos.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
Diversas empresas apresentaram seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com reações contrastantes no mercado.
Em resposta à crescente inflação de materiais e mão de obra, a Tenda decidiu priorizar o aumento de margem de lucro em vez do volume de vendas.