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SLC Agricola S.A.
Abertura
R$ 12,72
Máxima do dia
R$ 12,83
Mínima do dia
R$ 12,61
Volume
2,61 mi
Valor de mercado
6,34 bi
Máx. 52 semanas
R$ 19,48
Mín. 52 semanas
R$ 12,58
EPS/LPA
0,6649
P/L
19,2655
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
Um novo relatório do JPMorgan analisa os impactos das instabilidades climáticas no agronegócio brasileiro, destacando uma forte assimetria entre as empresas do setor.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
A SLC Agrícola (SLCE3) anunciou a compra de 29 mil hectares em Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão, um valor que superou as expectativas do mercado.
A Caixa Seguridade (CXSE3) atrai a atenção dos investidores após sinais de sobrecompra, com o Índice de Força Relativa (IFR) registrando 71,89 pontos.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
A SLC Agrícola (SLCE3) anunciou a compra do portfólio de terras 'Bloco Mato Grosso' por R$ 1,85 bilhão, porém o JP Morgan teceu críticas à operação, indicando que o investimento pode não ser ideal para os acionistas.
A SLC Agrícola anunciou que exerceu o direito de preferência para adquirir a totalidade dos imóveis do 'Bloco Mato Grosso', do Grupo Radar, por R$1,85 bilhão.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
Na última reunião, o Copom reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano, sendo este um movimento esperado pela maioria do mercado.
O Grupo Bom Futuro fez uma proposta de R$ 1,85 bilhão pela aquisição de 41,2 mil hectares de terras pertencentes à Radar, uma joint venture da Cosan com a Nuveen.
O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado, com 63% de chance de ser 'muito forte' entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
O radar corporativo destaca o fechamento de duas unidades da JBS nos EUA para fortalecer suas operações.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O conflito no Oriente Médio está impactando severamente o custo de fertilizantes para a agricultura brasileira, uma vez que o país depende fortemente de importações.
O Brasil se destaca como um provedor confiável na agricultura global, especialmente após eventos como a invasão da Ucrânia e disputas comerciais entre os EUA e a China.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) anunciou que o segundo semestre de 2026 será marcado por um 'Super El Niño', que pode trazer seca severa no Norte e Nordeste do Brasil e chuvas excessivas no Sul.
Com a probabilidade de um fenômeno climático El Niño mais intenso aumentando, diversas ações listadas na B3 podem sofrer impactos significativos.
A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou que seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2026 caiu 53,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 236,1 milhões.
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
Um novo relatório do JPMorgan analisa os impactos das instabilidades climáticas no agronegócio brasileiro, destacando uma forte assimetria entre as empresas do setor.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
A SLC Agrícola (SLCE3) anunciou a compra de 29 mil hectares em Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão, um valor que superou as expectativas do mercado.
A Caixa Seguridade (CXSE3) atrai a atenção dos investidores após sinais de sobrecompra, com o Índice de Força Relativa (IFR) registrando 71,89 pontos.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
A SLC Agrícola (SLCE3) anunciou a compra do portfólio de terras 'Bloco Mato Grosso' por R$ 1,85 bilhão, porém o JP Morgan teceu críticas à operação, indicando que o investimento pode não ser ideal para os acionistas.
A SLC Agrícola anunciou que exerceu o direito de preferência para adquirir a totalidade dos imóveis do 'Bloco Mato Grosso', do Grupo Radar, por R$1,85 bilhão.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
Na última reunião, o Copom reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano, sendo este um movimento esperado pela maioria do mercado.
O Grupo Bom Futuro fez uma proposta de R$ 1,85 bilhão pela aquisição de 41,2 mil hectares de terras pertencentes à Radar, uma joint venture da Cosan com a Nuveen.
O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado, com 63% de chance de ser 'muito forte' entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
O radar corporativo destaca o fechamento de duas unidades da JBS nos EUA para fortalecer suas operações.
As ações da Usiminas (USIM5) têm apresentado uma valorização significativa, acumulando 90,08% em 2026 e 116,67% nos últimos 12 meses, atraindo a atenção dos investidores.
O conflito no Oriente Médio está impactando severamente o custo de fertilizantes para a agricultura brasileira, uma vez que o país depende fortemente de importações.
O Brasil se destaca como um provedor confiável na agricultura global, especialmente após eventos como a invasão da Ucrânia e disputas comerciais entre os EUA e a China.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) anunciou que o segundo semestre de 2026 será marcado por um 'Super El Niño', que pode trazer seca severa no Norte e Nordeste do Brasil e chuvas excessivas no Sul.
Com a probabilidade de um fenômeno climático El Niño mais intenso aumentando, diversas ações listadas na B3 podem sofrer impactos significativos.
A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou que seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2026 caiu 53,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 236,1 milhões.