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Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs
Abertura
R$ 0,39
Máxima do dia
R$ 0,40
Mínima do dia
R$ 0,38
Volume
32,15 mi
Valor de mercado
4,04 bi
Máx. 52 semanas
R$ 1,71
Mín. 52 semanas
R$ 0,33
EPS/LPA
-2,6153
No ano-safra 2025/26, a Raízen reportou um prejuízo significativo, o terceiro maior entre as companhias de capital aberto na última década.
A Raízen (RAIZ4) registrou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, uma significativa deterioração em relação ao ano anterior.
Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, um aumento significativo em relação aos R$ 2,5 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.
A Raízen, controlada pela Cosan e pela Shell, anunciou que seguirá com a venda de ativos como uma estratégia para melhorar seu caixa e aumentar a eficiência operacional.
A Raízen (RAIZ4), uma das maiores empresas do setor de açúcar e etanol, anunciou que pretende reduzir seus investimentos em R$ 3,3 bilhões ao longo do ano, além de buscar aumento da eficiência, vendendo ativos e cortando custos.
A Raízen, protagonista da maior recuperação extrajudicial do Brasil, expressou confiança em superar seu atual ciclo financeiro desafiador.
A Raízen reportou um prejuízo líquido de R$ 27,1 bilhões em seu exercício fiscal encerrado em 31 de março, impactando significativamente sua estrutura financeira, uma vez que R$ 22,5 bilhões dessa quantia se referem a provisões para perdas sem efeito caixa, derivadas de reavaliação de ativos após um pedido de recuperação extrajudicial.
O radar corporativo desta terça-feira (30) destaca eventos importantes envolvendo várias empresas.
A Raízen encerrou o exercício fiscal de 2025/26 com um prejuízo de R$ 27,1 bilhões, largely devido a R$ 22,5 bilhões em provisões para perdas relacionadas à reavaliação de ativos.
A Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, um aumento significativo em relação ao prejuízo de R$ 2,5 bilhões do mesmo período do ano anterior.
A Raízen SA, empresa brasileira de açúcar e combustíveis, reportou uma queima de caixa de 3,4 bilhões de reais (US$ 657 milhões) nos primeiros três meses de 2026.
Os resultados do quarto trimestre da safra 2025/2026 da Raízen (RAIZ4) revelaram um prejuízo líquido de R$ 7,334 bilhões, um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Raízen (RAIZ4) divulgou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, uma deterioração significativa em relação ao prejuízo de R$ 2,5 bilhões no mesmo período do ano anterior.
A IG4, uma gestora de private equity, está negociando para assumir o controle da Raízen (RAIZ4) até março de 2027.
A Light, que se encontra em recuperação judicial, conseguiu arrecadar aproximadamente R$ 1,24 bilhão em seu aumento de capital, alcançando 82,66% da meta inicial de R$ 1,5 bilhão.
Rubens Ometto, controlador da Cosan, afirmou que o processo de recuperação extrajudicial da Raízen, que possui R$ 65 bilhões em dívidas, está progredindo de forma positiva.
O presidente do conselho da Raízen, Rubens Ometto, destacou que as especulações sobre a oferta da gestora de private equity IG4 são apenas boatos.
O empresário Rubens Ometto, presidente do conselho da Cosan e controlador da Raízen, afirmou que a reestruturação da empresa está progredindo de forma positiva.
A IG4 Capital, uma gestora de private equity, está se envolvendo em grandes reestruturações de dívidas da Braskem e da Raízen, totalizando R$ 127 bilhões.
A Raízen, sob a liderança de Rubens Ometto, anuncia a escolha de Lorival Nogueira Luz Junior para liderar sua reestruturação, que inclui a divisão da empresa em duas unidades.
A Raízen (RAIZ4) está no centro de uma disputa entre cinco gestoras que querem adquirir suas dívidas durante o processo de recuperação extrajudicial.
O processo de recuperação extrajudicial da Raízen está atraindo gestoras que lidam com situações especiais, devido ao montante de dívidas de R$ 65 bilhões que está sendo negociado.
O artigo discute as preocupações do mercado de crédito privado diante das altas taxas de juro no Brasil, que já estão acima de 14% ao ano.
O radar corporativo de hoje destaca movimentos significativos no mercado de ações, como a distribuição de proventos pela WEG e o anúncio da PRIO sobre a abertura de um novo poço produtor.
O banco de investimentos Moelis & Company e a consultoria Journey Capital estão assessorando os credores da Raízen em negociações para que a gestora IG4 adquira o controle da produtora de açúcar e etanol.
A gestora IG4 apresentou uma oferta não vinculante para adquirir créditos que pertencem a credores da Raízen, uma estratégia que visa influenciar a reestruturação financeira da empresa.
Após assumir o controle da Braskem, a gestora IG4 Capital está mirando a Raízen, que se encontra em recuperação extrajudicial e tenta renegociar dívidas significativas.
A gestora IG4, controladora da Braskem, apresentou uma oferta não vinculante pelos créditos da Raízen, que está em processo de recuperação de dívidas significativas.
A IG4, gestora que recentemente assumiu o controle da Braskem, apresentou uma oferta não vinculante para os credores da Raízen, buscando adquirir 50% mais um dos créditos.
O mercado de crédito brasileiro se destaca em meio a um cenário macroeconômico desafiador, onde os juros estão subindo e o dólar se valorizando.
No ano-safra 2025/26, a Raízen reportou um prejuízo significativo, o terceiro maior entre as companhias de capital aberto na última década.
A Raízen (RAIZ4) registrou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, uma significativa deterioração em relação ao ano anterior.
Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, um aumento significativo em relação aos R$ 2,5 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.
A Raízen, controlada pela Cosan e pela Shell, anunciou que seguirá com a venda de ativos como uma estratégia para melhorar seu caixa e aumentar a eficiência operacional.
A Raízen (RAIZ4), uma das maiores empresas do setor de açúcar e etanol, anunciou que pretende reduzir seus investimentos em R$ 3,3 bilhões ao longo do ano, além de buscar aumento da eficiência, vendendo ativos e cortando custos.
A Raízen, protagonista da maior recuperação extrajudicial do Brasil, expressou confiança em superar seu atual ciclo financeiro desafiador.
A Raízen reportou um prejuízo líquido de R$ 27,1 bilhões em seu exercício fiscal encerrado em 31 de março, impactando significativamente sua estrutura financeira, uma vez que R$ 22,5 bilhões dessa quantia se referem a provisões para perdas sem efeito caixa, derivadas de reavaliação de ativos após um pedido de recuperação extrajudicial.
O radar corporativo desta terça-feira (30) destaca eventos importantes envolvendo várias empresas.
A Raízen encerrou o exercício fiscal de 2025/26 com um prejuízo de R$ 27,1 bilhões, largely devido a R$ 22,5 bilhões em provisões para perdas relacionadas à reavaliação de ativos.
A Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, um aumento significativo em relação ao prejuízo de R$ 2,5 bilhões do mesmo período do ano anterior.
A Raízen SA, empresa brasileira de açúcar e combustíveis, reportou uma queima de caixa de 3,4 bilhões de reais (US$ 657 milhões) nos primeiros três meses de 2026.
Os resultados do quarto trimestre da safra 2025/2026 da Raízen (RAIZ4) revelaram um prejuízo líquido de R$ 7,334 bilhões, um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Raízen (RAIZ4) divulgou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26, uma deterioração significativa em relação ao prejuízo de R$ 2,5 bilhões no mesmo período do ano anterior.
A IG4, uma gestora de private equity, está negociando para assumir o controle da Raízen (RAIZ4) até março de 2027.
A Light, que se encontra em recuperação judicial, conseguiu arrecadar aproximadamente R$ 1,24 bilhão em seu aumento de capital, alcançando 82,66% da meta inicial de R$ 1,5 bilhão.
Rubens Ometto, controlador da Cosan, afirmou que o processo de recuperação extrajudicial da Raízen, que possui R$ 65 bilhões em dívidas, está progredindo de forma positiva.
O presidente do conselho da Raízen, Rubens Ometto, destacou que as especulações sobre a oferta da gestora de private equity IG4 são apenas boatos.
O empresário Rubens Ometto, presidente do conselho da Cosan e controlador da Raízen, afirmou que a reestruturação da empresa está progredindo de forma positiva.
A IG4 Capital, uma gestora de private equity, está se envolvendo em grandes reestruturações de dívidas da Braskem e da Raízen, totalizando R$ 127 bilhões.
A Raízen, sob a liderança de Rubens Ometto, anuncia a escolha de Lorival Nogueira Luz Junior para liderar sua reestruturação, que inclui a divisão da empresa em duas unidades.
A Raízen (RAIZ4) está no centro de uma disputa entre cinco gestoras que querem adquirir suas dívidas durante o processo de recuperação extrajudicial.
O processo de recuperação extrajudicial da Raízen está atraindo gestoras que lidam com situações especiais, devido ao montante de dívidas de R$ 65 bilhões que está sendo negociado.
O artigo discute as preocupações do mercado de crédito privado diante das altas taxas de juro no Brasil, que já estão acima de 14% ao ano.
O radar corporativo de hoje destaca movimentos significativos no mercado de ações, como a distribuição de proventos pela WEG e o anúncio da PRIO sobre a abertura de um novo poço produtor.
O banco de investimentos Moelis & Company e a consultoria Journey Capital estão assessorando os credores da Raízen em negociações para que a gestora IG4 adquira o controle da produtora de açúcar e etanol.
A gestora IG4 apresentou uma oferta não vinculante para adquirir créditos que pertencem a credores da Raízen, uma estratégia que visa influenciar a reestruturação financeira da empresa.
Após assumir o controle da Braskem, a gestora IG4 Capital está mirando a Raízen, que se encontra em recuperação extrajudicial e tenta renegociar dívidas significativas.
A gestora IG4, controladora da Braskem, apresentou uma oferta não vinculante pelos créditos da Raízen, que está em processo de recuperação de dívidas significativas.
A IG4, gestora que recentemente assumiu o controle da Braskem, apresentou uma oferta não vinculante para os credores da Raízen, buscando adquirir 50% mais um dos créditos.
O mercado de crédito brasileiro se destaca em meio a um cenário macroeconômico desafiador, onde os juros estão subindo e o dólar se valorizando.