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MBRF Global Foods Company S.A.
Abertura
R$ 16,68
Máxima do dia
R$ 16,79
Mínima do dia
R$ 16,36
Volume
2,28 mi
Valor de mercado
23,39 bi
Máx. 52 semanas
R$ 27,66
Mín. 52 semanas
R$ 14,59
EPS/LPA
0,3516
P/L
46,6724
O JPMorgan destacou em um relatório que há uma chance de recuperação na Bolsa brasileira, identificando também ações com potencial para um short squeeze, que ocorre quando uma alta rápida no preço força investidores a fechar posições vendidas.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou um programa de ajuda temporária de até US$ 500 milhões voltado para pequenos e médios frigoríficos de carne bovina.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou a sessão de terça-feira (30) com uma queda de 0,68%, finalizando em 172.024,12 pontos.
O veto da União Europeia à carne brasileira cria um novo desafio para empresas como JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3).
O relatório da XP revelou as ações com maior demanda para aluguel no setor de varejo, destacando o crescimento do short selling, que pode ser interpretado como uma expectativa de queda nos preços dessas ações.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O mercado financeiro terminou a quarta-feira (24) com o Ibovespa em queda de 0,44%, fechando a 170.506,66 pontos, e o dólar comercial valorizado a R$ 5,2020.
O Ibovespa encerrou o dia com uma alta de 1,21%, terminando aos 170.370,38 pontos, enquanto o dólar comercial apresentou uma desvalorização de 0,45%, fechando a R$ 5,1415.
A cota de importação de carne bovina brasileira pela China pode impactar significativamente os frigoríficos neste semestre.
A possibilidade de aumento da demanda da China por carne bovina brasileira levanta a necessidade de discutir a ampliação da cota de exportação do Brasil para esse mercado.
Na última reunião do Copom, a Selic foi reduzida para 14,25% ao ano, refletindo em um CDI de 14,10%.
O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado, com 63% de chance de ser 'muito forte' entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
A Copa do Mundo de 2026, que começa em breve, pode ter um impacto significativo em vários setores da Bolsa, especialmente no varejo.
As ações dos frigoríficos brasileiros estão passando por um período de tensão na Bolsa devido a uma série de notícias negativas e incertezas regulatórias no setor.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
A União Europeia oficializou o veto à importação de carnes e produtos derivados do Brasil, o que levanta preocupações para as grandes exportadoras brasileiras como JBS, Marfrig e Minerva.
As ações da MBRF (MBRF3) e da Minerva (BEEF3) apresentaram quedas após a União Europeia excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar certos produtos de origem animal.
O mercado financeiro encerrou a sexta-feira com uma queda de 0,77% no Ibovespa, que terminou aos 169.019,12 pontos, enquanto o dólar comercial subiu 1,78%, sendo vendido a R$ 5,1572.
Nos últimos dias, os certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs) emitidos por empresas do setor de proteínas tiveram suas taxas elevadas, refletindo uma percepção de risco maior entre os investidores.
O Ibovespa apresentou um recuo de 0,69%, encerrando a sessão a 176.589,03 pontos, enquanto o dólar comercial teve uma leve alta de 0,17%, fechando a R$ 5,0274.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
O mercado financeiro registrou queda do Ibovespa em 0,81%, terminando a sexta-feira a 176.209,61 pontos, enquanto o dólar comercial atingiu R$ 5,0282, uma alta de 0,54%.
O Ibovespa apresentou movimentos distintos entre as ações nesta sexta-feira, com a CSN (CSNA3) subindo 6,15%, impulsionada pelo aumento nos preços do aço e expectativas otimistas sobre o setor.
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
O Ibovespa operou em queda de cerca de 0,85%, em resposta à pressão dos juros nos EUA e às incertezas envolvendo o cenário fiscal brasileiro.
A China anunciou a suspensão das importações de três frigoríficos brasileiros, resultando em uma queda significativa nas ações da MBRF (MBRF3) e da Minerva (BEEF3), que recuaram 3,64% e 5,46%, respectivamente.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, bancos como JPMorgan e Bank of America revisaram suas estimativas para as ações da MBRF e da Minerva, resultando em cortes nos preços-alvo.
O JP Morgan reduziu o preço-alvo da ação MBRF3 de R$24,50 para R$21,50, mantendo a recomendação de sobrepeso.
O Ibovespa, que atingiu um pico histórico em abril de 2026, entrou em um movimento corretivo, devolvendo parte de seus ganhos e reduzindo a confiança do mercado.
O JPMorgan destacou em um relatório que há uma chance de recuperação na Bolsa brasileira, identificando também ações com potencial para um short squeeze, que ocorre quando uma alta rápida no preço força investidores a fechar posições vendidas.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou um programa de ajuda temporária de até US$ 500 milhões voltado para pequenos e médios frigoríficos de carne bovina.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou a sessão de terça-feira (30) com uma queda de 0,68%, finalizando em 172.024,12 pontos.
O veto da União Europeia à carne brasileira cria um novo desafio para empresas como JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3).
O relatório da XP revelou as ações com maior demanda para aluguel no setor de varejo, destacando o crescimento do short selling, que pode ser interpretado como uma expectativa de queda nos preços dessas ações.
As empresas brasileiras na bolsa estão aumentando sua exposição a mercados internacionais, o que pode afetar seu desempenho devido à vinculação com as economias dos EUA, Europa e China.
O mercado financeiro terminou a quarta-feira (24) com o Ibovespa em queda de 0,44%, fechando a 170.506,66 pontos, e o dólar comercial valorizado a R$ 5,2020.
O Ibovespa encerrou o dia com uma alta de 1,21%, terminando aos 170.370,38 pontos, enquanto o dólar comercial apresentou uma desvalorização de 0,45%, fechando a R$ 5,1415.
A cota de importação de carne bovina brasileira pela China pode impactar significativamente os frigoríficos neste semestre.
A possibilidade de aumento da demanda da China por carne bovina brasileira levanta a necessidade de discutir a ampliação da cota de exportação do Brasil para esse mercado.
Na última reunião do Copom, a Selic foi reduzida para 14,25% ao ano, refletindo em um CDI de 14,10%.
O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado, com 63% de chance de ser 'muito forte' entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
A Copa do Mundo de 2026, que começa em breve, pode ter um impacto significativo em vários setores da Bolsa, especialmente no varejo.
As ações dos frigoríficos brasileiros estão passando por um período de tensão na Bolsa devido a uma série de notícias negativas e incertezas regulatórias no setor.
O Ibovespa teve uma queda de 0,21% nesta segunda-feira, impactado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), em um dia marcado por volume reduzido de negociações.
A União Europeia oficializou o veto à importação de carnes e produtos derivados do Brasil, o que levanta preocupações para as grandes exportadoras brasileiras como JBS, Marfrig e Minerva.
As ações da MBRF (MBRF3) e da Minerva (BEEF3) apresentaram quedas após a União Europeia excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar certos produtos de origem animal.
O mercado financeiro encerrou a sexta-feira com uma queda de 0,77% no Ibovespa, que terminou aos 169.019,12 pontos, enquanto o dólar comercial subiu 1,78%, sendo vendido a R$ 5,1572.
Nos últimos dias, os certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs) emitidos por empresas do setor de proteínas tiveram suas taxas elevadas, refletindo uma percepção de risco maior entre os investidores.
O Ibovespa apresentou um recuo de 0,69%, encerrando a sessão a 176.589,03 pontos, enquanto o dólar comercial teve uma leve alta de 0,17%, fechando a R$ 5,0274.
A possibilidade de um "Super El Niño" entre 2026 e 2027 está sendo amplamente monitorada pelo mercado, com impactos significativos esperados em setores como energia, mineração e agronegócio.
O mercado financeiro registrou queda do Ibovespa em 0,81%, terminando a sexta-feira a 176.209,61 pontos, enquanto o dólar comercial atingiu R$ 5,0282, uma alta de 0,54%.
O Ibovespa apresentou movimentos distintos entre as ações nesta sexta-feira, com a CSN (CSNA3) subindo 6,15%, impulsionada pelo aumento nos preços do aço e expectativas otimistas sobre o setor.
O Ibovespa encerrou a semana com uma queda de 0,81%, totalizando uma sequência de seis semanas seguidas de perdas, a mais longa desde 2018.
O Ibovespa operou em queda de cerca de 0,85%, em resposta à pressão dos juros nos EUA e às incertezas envolvendo o cenário fiscal brasileiro.
A China anunciou a suspensão das importações de três frigoríficos brasileiros, resultando em uma queda significativa nas ações da MBRF (MBRF3) e da Minerva (BEEF3), que recuaram 3,64% e 5,46%, respectivamente.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, bancos como JPMorgan e Bank of America revisaram suas estimativas para as ações da MBRF e da Minerva, resultando em cortes nos preços-alvo.
O JP Morgan reduziu o preço-alvo da ação MBRF3 de R$24,50 para R$21,50, mantendo a recomendação de sobrepeso.
O Ibovespa, que atingiu um pico histórico em abril de 2026, entrou em um movimento corretivo, devolvendo parte de seus ganhos e reduzindo a confiança do mercado.