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Hapvida Participacoes e Investimentos SA
Abertura
R$ 10,14
Máxima do dia
R$ 10,20
Mínima do dia
R$ 9,96
Volume
724 mil
Valor de mercado
5,07 bi
Máx. 52 semanas
R$ 42,66
Mín. 52 semanas
R$ 7,00
EPS/LPA
-0,8822
Gustavo Salomão, diretor da Norte Asset, defende uma visão otimista para o mercado de ações, afirmando que o atual pessimismo é mais reflexo do humor coletivo do que dos fundamentos econômicos.
O Brasil enfrenta um crescimento significativo da população com 50 anos ou mais, prevendo-se que esse grupo represente quase 40% da sociedade até 2044.
O setor de saúde, que antes atraía investimentos e movimentava fusões e aquisições, enfrenta um momento de desaquecimento nas operações de M&A.
Com a bolsa brasileira negociando a preços pressões, empresas listadas na B3 intensificaram suas recompras de ações, com R$ 71 bilhões disponíveis para serem retirados do mercado.
A Hapvida (HAPV3) apresentou uma recuperação nas margens no primeiro trimestre de 2026, mas isso não foi suficiente para que o Itaú BBA adotasse uma visão mais otimista sobre a companhia.
O Ibovespa encerrou a semana praticamente estável, com uma leve alta de 0,03%, aos 168.333 pontos, em meio à ausência dos mercados americanos por conta do feriado de Juneteenth e ao vencimento de opções sobre ações.
Os resultados das operadoras de planos de saúde no primeiro trimestre de 2026 revelaram um lucro líquido total de US$ 6 bilhões, com destaque para o crescimento da SulAmérica e da Amil, enquanto a Hapvida enfrentou desafios.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da Hapvida (HAPV3) estão em queda significativa após a ANS estabelecer um teto de reajuste de 5,11% para planos de saúde individuais, o que está abaixo das expectativas do mercado.
A ANS anunciou um reajuste de 5,11% para planos de saúde individuais, impactando diretamente a receita da Hapvida (HAPV3).
O Goldman Sachs atualizou o preço-alvo de HAPV3 de R$ 11 para R$ 12,50, indicando uma leve desvalorização em relação à cotação atual de R$ 12,60.
O setor de saúde suplementar brasileiro está passando por mudanças significativas, refletidas no aumento de 9,9% nas mensalidades dos planos médicos.
O Ibovespa fechou em queda de 0,88%, refletindo a volta das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, o que gerou incerteza no mercado.
Analistas do Itaú BBA observaram uma mudança na percepção dos investidores em relação às empresas de saúde e educação.
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
Os dados recentes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram um crescimento de 25% no ajuizamento de ações contra planos de saúde, impactando negativamente empresas como a Hapvida (HAPV3).
O relatório do BTG Pactual destaca um desempenho positivo das empresas do setor de saúde no primeiro trimestre de 2026, com crescimento de receita e melhorias operacionais.
A Hapvida (HAPV3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, apresentando uma queda de 41,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
A Hapvida está em processo de negociação com hospitais e prestadores de serviços para expandir sua rede de planos de saúde premium em São Paulo, um mercado onde enfrenta forte concorrência, especialmente da Amil.
A Hapvida (HAPV3) está em processo de reestruturação sob a nova presidência-executiva, visando simplificar suas operações e acelerar a redução de dívida.
A Hapvida pagou R$ 200 milhões ao médico Paulo Barbanti, fundador da NotreDame Intermédica, referente a uma dívida que surgiu após a venda da Intermédica para a Bain Capital em 2014.
Os resultados do primeiro trimestre de 2026 da Hapvida (HAPV3) surpreenderam positivamente, com lucro líquido de R$ 244 milhões, apesar de uma queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Petrobras reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa uma queda de 7,2% em relação ao ano anterior, acompanhada pelo anúncio de um pagamento de R$ 9,03 bilhões aos acionistas.
A Hapvida apresentou um prejuízo de R$ 154,3 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 54,3 milhões do mesmo período do ano anterior.
A Hapvida (HAPV3) divulgou que seu lucro líquido ajustado no primeiro trimestre de 2026 foi de R$ 244 milhões, representando uma queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Hapvida (HAPV3) anunciou um lucro líquido ajustado de aproximadamente R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando uma queda substancial de 41,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Gustavo Salomão, diretor da Norte Asset, defende uma visão otimista para o mercado de ações, afirmando que o atual pessimismo é mais reflexo do humor coletivo do que dos fundamentos econômicos.
O Brasil enfrenta um crescimento significativo da população com 50 anos ou mais, prevendo-se que esse grupo represente quase 40% da sociedade até 2044.
O setor de saúde, que antes atraía investimentos e movimentava fusões e aquisições, enfrenta um momento de desaquecimento nas operações de M&A.
Com a bolsa brasileira negociando a preços pressões, empresas listadas na B3 intensificaram suas recompras de ações, com R$ 71 bilhões disponíveis para serem retirados do mercado.
A Hapvida (HAPV3) apresentou uma recuperação nas margens no primeiro trimestre de 2026, mas isso não foi suficiente para que o Itaú BBA adotasse uma visão mais otimista sobre a companhia.
O Ibovespa encerrou a semana praticamente estável, com uma leve alta de 0,03%, aos 168.333 pontos, em meio à ausência dos mercados americanos por conta do feriado de Juneteenth e ao vencimento de opções sobre ações.
Os resultados das operadoras de planos de saúde no primeiro trimestre de 2026 revelaram um lucro líquido total de US$ 6 bilhões, com destaque para o crescimento da SulAmérica e da Amil, enquanto a Hapvida enfrentou desafios.
A recente saída de capital estrangeiro e a proximidade das eleições de outubro impactaram o Ibovespa, que agora espera por novas definições.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da Hapvida (HAPV3) estão em queda significativa após a ANS estabelecer um teto de reajuste de 5,11% para planos de saúde individuais, o que está abaixo das expectativas do mercado.
A ANS anunciou um reajuste de 5,11% para planos de saúde individuais, impactando diretamente a receita da Hapvida (HAPV3).
O Goldman Sachs atualizou o preço-alvo de HAPV3 de R$ 11 para R$ 12,50, indicando uma leve desvalorização em relação à cotação atual de R$ 12,60.
O setor de saúde suplementar brasileiro está passando por mudanças significativas, refletidas no aumento de 9,9% nas mensalidades dos planos médicos.
O Ibovespa fechou em queda de 0,88%, refletindo a volta das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, o que gerou incerteza no mercado.
Analistas do Itaú BBA observaram uma mudança na percepção dos investidores em relação às empresas de saúde e educação.
Hoje, o Ibovespa teve destaque nas ações da CSN (CSNA3), que subiram 3,43%, enquanto Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) se destacaram pelas perdas, com quedas de 7,01% e 5,4%, respectivamente.
O Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,17% nesta quinta-feira (21), fechando aos 177.649,86 pontos, impulsionado principalmente pelo setor financeiro e pela Petrobras (PETR4).
Os dados recentes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram um crescimento de 25% no ajuizamento de ações contra planos de saúde, impactando negativamente empresas como a Hapvida (HAPV3).
O relatório do BTG Pactual destaca um desempenho positivo das empresas do setor de saúde no primeiro trimestre de 2026, com crescimento de receita e melhorias operacionais.
A Hapvida (HAPV3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, apresentando uma queda de 41,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
O Ibovespa encerrou a sessão de hoje com uma queda de 0,80%, fechando a 180.342,33 pontos, influenciado por um noticiário corporativo intenso e dados de inflação tanto no Brasil quanto nos EUA.
A Hapvida está em processo de negociação com hospitais e prestadores de serviços para expandir sua rede de planos de saúde premium em São Paulo, um mercado onde enfrenta forte concorrência, especialmente da Amil.
A Hapvida (HAPV3) está em processo de reestruturação sob a nova presidência-executiva, visando simplificar suas operações e acelerar a redução de dívida.
A Hapvida pagou R$ 200 milhões ao médico Paulo Barbanti, fundador da NotreDame Intermédica, referente a uma dívida que surgiu após a venda da Intermédica para a Bain Capital em 2014.
Os resultados do primeiro trimestre de 2026 da Hapvida (HAPV3) surpreenderam positivamente, com lucro líquido de R$ 244 milhões, apesar de uma queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Na análise do dia, destacam-se os resultados financeiros de várias empresas, incluindo a Petrobras, que reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, apesar de uma queda anual.
A Petrobras reportou um lucro líquido de R$ 32,66 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa uma queda de 7,2% em relação ao ano anterior, acompanhada pelo anúncio de um pagamento de R$ 9,03 bilhões aos acionistas.
A Hapvida apresentou um prejuízo de R$ 154,3 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 54,3 milhões do mesmo período do ano anterior.
A Hapvida (HAPV3) divulgou que seu lucro líquido ajustado no primeiro trimestre de 2026 foi de R$ 244 milhões, representando uma queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Hapvida (HAPV3) anunciou um lucro líquido ajustado de aproximadamente R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando uma queda substancial de 41,4% em relação ao mesmo período do ano passado.