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Equatorial S.A.
Abertura
R$ 39,15
Máxima do dia
R$ 39,30
Mínima do dia
R$ 38,60
Volume
5,86 mi
Valor de mercado
48,53 bi
Máx. 52 semanas
R$ 46,32
Mín. 52 semanas
R$ 33,16
EPS/LPA
1,2345
P/L
31,6634
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
O Bradesco BBI avaliou de forma positiva os efeitos da revisão regulatória promovida pela Aneel e a recente aquisição da participação na Copasa pela Equatorial (CSMG3).
O artigo apresenta cinco ações recomendadas para investimento no segundo semestre de 2026, indicando que a correção recente do Ibovespa, que caiu para 170 mil pontos, pode abrir oportunidades de compra.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
A Copasa (CSMG3) e a Copel (CPLE3) passaram por um processo de privatização e têm se destacado no primeiro semestre de 2026, com altas significativas em suas ações.
O Goldman Sachs identificou que o aumento das temperaturas extremas e as projeções de um 'super El Niño' devem impulsionar os investimentos em soluções de climatização no Brasil.
A análise das ações Magazine Luiza (MGLU3) e Equatorial (EQTL3) mostra a diferença nas margens de valorização para os investidores.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
A matéria explora a analogia entre apostas em resultados improváveis no futebol e investimentos em ações, destacando que nem sempre as opções que parecem mais lucrativas são as melhores.
A Aneel propôs alterações na metodologia do Fator X paraDistribuidoras de Energia Elétrica, visando modernizar a regulação do setor.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
O acordo de paz entre Estados Unidos e Irã trouxe incertezas, mas tem impactado o mercado financeiro, especialmente nas ações e setores da B3.
O Ibovespa tem sido negligenciado por investidores em meio à euforia global em torno da inteligência artificial, resultando em um P/L projetado de 8,4 vezes, um nível de desconto incomum em relação a mercados desenvolvidos.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
A Fitch Ratings alterou a perspectiva das notas de crédito de várias subsidiárias da Equatorial de neutra para negativa.
O Goldman Sachs acredita que a correção recente das ações de utilities na Bolsa brasileira criou uma oportunidade de compra para os investidores.
A Equatorial, uma empresa tradicional do setor elétrico brasileiro, finalizou sua participação na privatização da Copasa, Companhia de Saneamento de Minas Gerais.
A Legacy Capital expressa um pessimismo profundo em relação à situação econômica do Brasil após as eleições, alertando sobre a fragilidade do país e o risco de uma alta no dólar.
A Equatorial, após adquirir 30% da Copasa, reafirma seu compromisso com o setor de saneamento, conforme declarado pelo presidente Augusto Miranda.
A S&P National Ratings confirmou a classificação de crédito nacional da Equatorial como 'brAAA', mantendo a perspectiva estável após a aquisição de uma participação de 30% na Copasa.
O Bank of America (BofA) está adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações conhecidas como 'bond proxies', que são consideradas substitutas da renda fixa.
A bolsa brasileira enfrenta um cenário desafiador, com o Ibovespa perdendo a confiança de grandes bancos como o BTG Pactual e o Bank of America.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa – CSMG3) concluiu seu processo de privatização, levantando R$ 8,4 bilhões, tornando-se a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil.
A privatização da Copasa (CSMG3) foi finalmente concretizada, movimentando cerca de R$ 8,38 bilhões apenas no lote principal da oferta pública.
A privatização da Copasa (CSMG3) está se desenrolando, mas investidores ainda não percebem o potencial da Equatorial (EQTL3), que venceu o leilão.
As ações da Copasa tiveram uma valorização significativa após o anúncio de sua privatização, enquanto a Equatorial, vencedora do leilão, viu suas ações desvalorizarem.
As ações da Copasa (CSMG3) e da Equatorial (EQTL3) continuam a atrair a atenção dos investidores, especialmente com a privatização da Copasa em andamento.
A Equatorial foi confirmada como investidora de referência pela Copasa no processo de privatização da estatal mineira.
O radar do dia destaca várias movimentações relevantes no mercado acionário brasileiro.
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
O Bradesco BBI avaliou de forma positiva os efeitos da revisão regulatória promovida pela Aneel e a recente aquisição da participação na Copasa pela Equatorial (CSMG3).
O artigo apresenta cinco ações recomendadas para investimento no segundo semestre de 2026, indicando que a correção recente do Ibovespa, que caiu para 170 mil pontos, pode abrir oportunidades de compra.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
A Copasa (CSMG3) e a Copel (CPLE3) passaram por um processo de privatização e têm se destacado no primeiro semestre de 2026, com altas significativas em suas ações.
O Goldman Sachs identificou que o aumento das temperaturas extremas e as projeções de um 'super El Niño' devem impulsionar os investimentos em soluções de climatização no Brasil.
A análise das ações Magazine Luiza (MGLU3) e Equatorial (EQTL3) mostra a diferença nas margens de valorização para os investidores.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
A matéria explora a analogia entre apostas em resultados improváveis no futebol e investimentos em ações, destacando que nem sempre as opções que parecem mais lucrativas são as melhores.
A Aneel propôs alterações na metodologia do Fator X paraDistribuidoras de Energia Elétrica, visando modernizar a regulação do setor.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
O acordo de paz entre Estados Unidos e Irã trouxe incertezas, mas tem impactado o mercado financeiro, especialmente nas ações e setores da B3.
O Ibovespa tem sido negligenciado por investidores em meio à euforia global em torno da inteligência artificial, resultando em um P/L projetado de 8,4 vezes, um nível de desconto incomum em relação a mercados desenvolvidos.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
A Fitch Ratings alterou a perspectiva das notas de crédito de várias subsidiárias da Equatorial de neutra para negativa.
O Goldman Sachs acredita que a correção recente das ações de utilities na Bolsa brasileira criou uma oportunidade de compra para os investidores.
A Equatorial, uma empresa tradicional do setor elétrico brasileiro, finalizou sua participação na privatização da Copasa, Companhia de Saneamento de Minas Gerais.
A Legacy Capital expressa um pessimismo profundo em relação à situação econômica do Brasil após as eleições, alertando sobre a fragilidade do país e o risco de uma alta no dólar.
A Equatorial, após adquirir 30% da Copasa, reafirma seu compromisso com o setor de saneamento, conforme declarado pelo presidente Augusto Miranda.
A S&P National Ratings confirmou a classificação de crédito nacional da Equatorial como 'brAAA', mantendo a perspectiva estável após a aquisição de uma participação de 30% na Copasa.
O Bank of America (BofA) está adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações conhecidas como 'bond proxies', que são consideradas substitutas da renda fixa.
A bolsa brasileira enfrenta um cenário desafiador, com o Ibovespa perdendo a confiança de grandes bancos como o BTG Pactual e o Bank of America.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa – CSMG3) concluiu seu processo de privatização, levantando R$ 8,4 bilhões, tornando-se a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil.
A privatização da Copasa (CSMG3) foi finalmente concretizada, movimentando cerca de R$ 8,38 bilhões apenas no lote principal da oferta pública.
A privatização da Copasa (CSMG3) está se desenrolando, mas investidores ainda não percebem o potencial da Equatorial (EQTL3), que venceu o leilão.
As ações da Copasa tiveram uma valorização significativa após o anúncio de sua privatização, enquanto a Equatorial, vencedora do leilão, viu suas ações desvalorizarem.
As ações da Copasa (CSMG3) e da Equatorial (EQTL3) continuam a atrair a atenção dos investidores, especialmente com a privatização da Copasa em andamento.
A Equatorial foi confirmada como investidora de referência pela Copasa no processo de privatização da estatal mineira.
O radar do dia destaca várias movimentações relevantes no mercado acionário brasileiro.