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Cury Construtora e Incorporadora SA
Abertura
R$ 34,80
Máxima do dia
R$ 34,86
Mínima do dia
R$ 33,59
Volume
2,38 mi
Valor de mercado
10,76 bi
Máx. 52 semanas
R$ 41,76
Mín. 52 semanas
R$ 28,11
EPS/LPA
3,5825
P/L
9,4348
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
No atual cenário de juros altos e menor apetite por risco, as construtoras voltadas para a baixa renda estão se destacando nos portfólios dos investidores.
A MRV (MRVE3) anunciou a venda de ativos no Texas por US$ 139 milhões, mas o mercado reagiu negativamente devido ao valor da transação, que ficou abaixo das expectativas.
O Ibovespa tem sido negligenciado por investidores em meio à euforia global em torno da inteligência artificial, resultando em um P/L projetado de 8,4 vezes, um nível de desconto incomum em relação a mercados desenvolvidos.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
O Ibovespa encerrou a semana em alta de 1,25%, interrompendo uma sequência de perdas, impulsionado por alívio das tensões geopolíticas no exterior.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
A XP Investimentos divulgou um relatório com suas principais recomendações de ações em 13 setores da Bolsa brasileira, destacando empresas resilientes com boa geração de caixa em um cenário de alta de juros e inflação.
O Safra ajustou sua carteira recomendada de ações com foco em dividendos para junho, retirando a Vibra Energia (VBBR3) e incluindo a Marcopolo (POMO4).
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Hoje, empresas como PetroRecôncavo e Cury estão realizando o pagamento de dividendos aos seus acionistas.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, após três sessões de queda.
As ações da Cury (CURY3) tiveram um aumento significativo de 5,9% após a divulgação de resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026, que superaram as expectativas do mercado.
A JBS registrou uma queda significativa de 55% em seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2026, totalizando US$ 221 milhões, em comparação com os US$ 500 milhões do ano anterior.
A Cury, uma das principais construtoras do programa Minha Casa Minha Vida, revelou um lucro líquido de R$ 302,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 41,9% em relação ao ano anterior.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
No atual cenário de juros altos e menor apetite por risco, as construtoras voltadas para a baixa renda estão se destacando nos portfólios dos investidores.
A MRV (MRVE3) anunciou a venda de ativos no Texas por US$ 139 milhões, mas o mercado reagiu negativamente devido ao valor da transação, que ficou abaixo das expectativas.
O Ibovespa tem sido negligenciado por investidores em meio à euforia global em torno da inteligência artificial, resultando em um P/L projetado de 8,4 vezes, um nível de desconto incomum em relação a mercados desenvolvidos.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
O Ibovespa encerrou mais uma semana em queda, influenciado pelas decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além de um cenário de dólar forte.
Após um período de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI identifica uma nova janela de oportunidade para investidores, prevendo uma valorização de até 25% nas ações selecionadas para o segundo semestre.
O Ibovespa encerrou a semana em alta de 1,25%, interrompendo uma sequência de perdas, impulsionado por alívio das tensões geopolíticas no exterior.
As construtoras ligadas ao segmento residencial enfrentam uma queda significativa nas ações, variando entre 30% e 35% desde os picos recentes.
O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de construção residencial no Brasil, elevando as ações da Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) para a categoria de compra, enquanto rebaixou a MRV (MRVE3) para neutra.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, alcançando 169.813,15 pontos, embora tenha flertado com a marca de 170 mil pontos no máximo do pregão.
O Ibovespa registrou uma leve alta de 0,71%, após atingir mínimas que não eram vistas desde janeiro.
A XP Investimentos divulgou um relatório com suas principais recomendações de ações em 13 setores da Bolsa brasileira, destacando empresas resilientes com boa geração de caixa em um cenário de alta de juros e inflação.
O Safra ajustou sua carteira recomendada de ações com foco em dividendos para junho, retirando a Vibra Energia (VBBR3) e incluindo a Marcopolo (POMO4).
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
Hoje, empresas como PetroRecôncavo e Cury estão realizando o pagamento de dividendos aos seus acionistas.
Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, os bancos estão se mostrando otimistas com as construtoras de baixa renda, como Cyrela (CYRE3), Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3).
O Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, após três sessões de queda.
As ações da Cury (CURY3) tiveram um aumento significativo de 5,9% após a divulgação de resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026, que superaram as expectativas do mercado.
A JBS registrou uma queda significativa de 55% em seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2026, totalizando US$ 221 milhões, em comparação com os US$ 500 milhões do ano anterior.
A Cury, uma das principais construtoras do programa Minha Casa Minha Vida, revelou um lucro líquido de R$ 302,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 41,9% em relação ao ano anterior.
As construtoras listadas na B3 enfrentam uma forte queda em suas ações devido à alta de custos, especialmente com o aumento dos preços de materiais de construção impulsionados pela inflação e pela situação geopolítica no Irã.