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Companhia Siderurgica Nacional
Abertura
R$ 4,78
Máxima do dia
R$ 4,90
Mínima do dia
R$ 4,75
Volume
8,35 mi
Valor de mercado
6,36 bi
Máx. 52 semanas
R$ 11,32
Mín. 52 semanas
R$ 4,49
EPS/LPA
-1,5073
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
As ações da Usiminas (USIM5) estão se destacando com uma valorização de 39,30% até o final de junho, enquanto as ações da CSN (CSNA3) enfrentam uma queda de 46,67% no mesmo período.
O Ibovespa terminou a sessão praticamente no empate, com uma leve baixa de 0,05% aos 173.205,35 pontos, em um pregão de liquidez reduzida.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
A CSN (CSNA3) está enfrentando dificuldades na venda de sua unidade de cimento, com expectativas de preço que podem estar acima do que potenciais compradores estavam dispostos a pagar.
A siderúrgica CSN está enfrentando dificuldades na venda de sua unidade de cimento devido a um preço considerado elevado, que poderia reduzir o número de interessados no processo.
O Ibovespa mostra uma leve recuperação nesta quarta-feira, com alta de 0,62%, impulsionada pela expectativa em torno das decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
A CSN (CSNA3) está acelerando a venda de seus ativos de infraestrutura, incluindo a participação na ferrovia MRS Logística e outros terminais.
A CSN (CSNA3) iniciou o processo de venda de ativos de infraestrutura, incluindo terminais portuários e sua participação na MRS, segundo informações do colunista Lauro Jardim.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A venda da CSN Cimentos está avançando com quatro companhias interessados, duas brasileiras e duas chinesas, na fase final do processo.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
A Moody’s Local Brasil revisou para baixo a nota de crédito da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), passando de 'AA-.br' para 'BBB.br'.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da CSN (CSNA3) caíram drasticamente, liderando as perdas do Ibovespa, com uma queda de 8,83%, enquanto a Vale (VALE3) também enfrentou uma redução de 3,18%.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A queda do apetite chinês por commodities impacta negativamente empresas brasileiras, resultando em pressões sobre as ações da CSN (CSNA3) e da Vale (VALE3).
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
Grandes companhias listadas na Bolsa brasileira enfrentam desafios significativos devido à elevada dívida, reestruturações e estresse no crédito.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
As ações da Usiminas (USIM5) estão se destacando com uma valorização de 39,30% até o final de junho, enquanto as ações da CSN (CSNA3) enfrentam uma queda de 46,67% no mesmo período.
O Ibovespa terminou a sessão praticamente no empate, com uma leve baixa de 0,05% aos 173.205,35 pontos, em um pregão de liquidez reduzida.
O fortalecimento do dólar global pressiona mercados emergentes, incluindo a América Latina, mas o Brasil pode se mostrar mais resistente a essas oscilações de acordo com o Bank of America (BofA).
O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, alcançando 171.258,87 pontos, apesar da pressão negativa nos mercados externos.
A CSN (CSNA3) está enfrentando dificuldades na venda de sua unidade de cimento, com expectativas de preço que podem estar acima do que potenciais compradores estavam dispostos a pagar.
A siderúrgica CSN está enfrentando dificuldades na venda de sua unidade de cimento devido a um preço considerado elevado, que poderia reduzir o número de interessados no processo.
O Ibovespa mostra uma leve recuperação nesta quarta-feira, com alta de 0,62%, impulsionada pela expectativa em torno das decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
A CSN (CSNA3) está acelerando a venda de seus ativos de infraestrutura, incluindo a participação na ferrovia MRS Logística e outros terminais.
A CSN (CSNA3) iniciou o processo de venda de ativos de infraestrutura, incluindo terminais portuários e sua participação na MRS, segundo informações do colunista Lauro Jardim.
O Ibovespa fechou em alta expressiva de 1,71%, alcançando os 171.497,24 pontos, impulsionado pelo anúncio de um acordo preliminar nos conflitos do Oriente Médio.
A venda da CSN Cimentos está avançando com quatro companhias interessados, duas brasileiras e duas chinesas, na fase final do processo.
Os contratos futuros de minério de ferro enfrentam sua quinta sessão consecutiva de quedas, em grande parte devido à fraca demanda sazonal por aço na China.
A Moody’s Local Brasil revisou para baixo a nota de crédito da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), passando de 'AA-.br' para 'BBB.br'.
Os investidores estrangeiros estão mostrando um interesse crescente pelas commodities latino-americanas, com a Vale (VALE3) sendo um dos ativos mais discutidos durante reuniões do BTG Pactual.
O Ibovespa enfrentou uma sequência de quedas, acumulando uma perda de 2,74% e fechando aos 169.019 pontos.
As ações da CSN (CSNA3) caíram drasticamente, liderando as perdas do Ibovespa, com uma queda de 8,83%, enquanto a Vale (VALE3) também enfrentou uma redução de 3,18%.
A Vale (VALE3) se mostra otimista com o mercado global de minério de ferro, apesar de incertezas em relação à economia chinesa.
O Ibovespa subiu 1,16% nesta terça-feira (2), encerrando um ciclo de cinco quedas consecutivas, impulsionado pelo forte desempenho de ações da Vale (VALE3), siderúrgicas e bancos.
O Ibovespa demonstrou resiliência, fechando em alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, mesmo diante da ameaça de tarifas adicionais dos EUA sobre produtos brasileiros.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,16%, mantendo um movimento de recuperação após cinco sessões consecutivas de queda.
As ações das siderúrgicas CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR3) registraram altas significativas e se destacaram entre os maiores ganhos do Ibovespa após uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre tarifas de aço e alumínio.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados, mas o impacto no mercado foi mitigado por uma lista de exceções, incluindo minério e alimentos.
As ações das siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau apresentaram altas significativas, com variações de até 9%, após a assinatura de uma nova proclamação pelo presidente dos Estados Unidos que reduz tarifas sobre aço e produtos derivados.
A queda do apetite chinês por commodities impacta negativamente empresas brasileiras, resultando em pressões sobre as ações da CSN (CSNA3) e da Vale (VALE3).
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,48%, fechando a 175.744,37 pontos, com a pressão significativa das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que caíram devido ao declínio dos preços do petróleo.
O Ibovespa apresentou queda de 0,69%, fechando aos 176.589,03 pontos, influenciado pela escalada de tensões no Oriente Médio após ataques dos EUA ao Irã.
Grandes companhias listadas na Bolsa brasileira enfrentam desafios significativos devido à elevada dívida, reestruturações e estresse no crédito.
O aumento do preço do Brent, em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, trouxe resultados positivos para o setor de petróleo e gás, além de beneficiar empresas de varejo e siderurgia.