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Companhia de Saneamento de Minas Gerais
Abertura
R$ 62,11
Máxima do dia
R$ 62,86
Mínima do dia
R$ 61,65
Volume
3,93 mi
Valor de mercado
23,55 bi
Máx. 52 semanas
R$ 62,86
Mín. 52 semanas
R$ 24,26
EPS/LPA
3,5744
P/L
17,4855
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
O BTG Pactual fez mudanças em sua carteira de small caps, incluindo o Banco Inter (INBR32) e a Marcopolo (POMO4) como novos integrantes, enquanto Banco Pine (PINE4) e SBF (SBFG3) foram retirados.
A semana passada trouxe importantes movimentações no mercado, incluindo o anúncio da T4F Entretenimento sobre seu fechamento de capital na B3 e a compra de um relógio de luxo por Neymar Jr.
O Bradesco BBI avaliou de forma positiva os efeitos da revisão regulatória promovida pela Aneel e a recente aquisição da participação na Copasa pela Equatorial (CSMG3).
A Copasa (CSMG3) e a Copel (CPLE3) passaram por um processo de privatização e têm se destacado no primeiro semestre de 2026, com altas significativas em suas ações.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
A CEO da Copasa, Marília Carvalho de Melo, acredita que o mercado ainda não reconheceu o total potencial de valorização da companhia após sua privatização.
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
A análise do Bradesco BBI elevou a recomendação das ações da Copasa (CSMG3) para 'compra', destacando o potencial de crescimento no lucro por ação (EPS) e aumento de dividendos após a privatização.
A Copasa, Companhia de Saneamento de Minas Gerais, está se preparando para uma nova fase de universalização de seus serviços de água e esgoto com o apoio do Grupo Equatorial, que se tornou seu investidor de referência.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) foi privatizada, reduzindo o controle do Estado de Minas Gerais a apenas 5,03% das ações.
Diversas empresas listadas na B3, incluindo Embraer, Lojas Renner e Cemig, anunciaram a distribuição de proventos, como juros sobre capital próprio e dividendos.
Investidores foram agraciados com a aprovação de distribuições de proventos por várias empresas, totalizando mais de R$ 1,2 bilhão.
A privatização da Copasa (CSMG3) marca o início de uma nova fase para a empresa, segundo o BTG Pactual.
A Copasa (CSMG3) entra em uma nova fase após a sua privatização, com analistas destacando um potencial significativo de valorização das ações sob a gestão da Equatorial.
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, revelou que a privatização da Copasa não visa arrecadação, mas sim assegurar investimentos para cumprir as metas de universalização de saneamento no estado.
A Equatorial assumiu a posição de acionista de referência da Copasa, uma empresa de saneamento privatizada.
A Equatorial, após adquirir 30% da Copasa, reafirma seu compromisso com o setor de saneamento, conforme declarado pelo presidente Augusto Miranda.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa – CSMG3) concluiu seu processo de privatização, levantando R$ 8,4 bilhões, tornando-se a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil.
O governo de Minas Gerais finalizou a venda de uma parte significativa da Copasa, levantando R$ 8,4 bilhões.
A Copasa (CSMG3) anunciou que a sua oferta pública de ações, com o objetivo de privatizar a companhia de saneamento de Minas Gerais, foi precificada em R$ 49,03 por papel, totalizando quase R$ 8,4 bilhões.
A privatização da Copasa (CSMG3) foi finalmente concretizada, movimentando cerca de R$ 8,38 bilhões apenas no lote principal da oferta pública.
A EZTec aprovou um novo programa de recompra de ações, que permitirá a aquisição de até 12.012.726 ações ordinárias ao longo de 18 meses, sinalizando confiança na valorização de seus papéis.
A privatização da Copasa (CSMG3) está se desenrolando, mas investidores ainda não percebem o potencial da Equatorial (EQTL3), que venceu o leilão.
A Copasa concluiu a sua oferta subsequente de ações, conhecida como 'follow-on', que arrecadou R$ 8,3 bilhões, atraindo forte interesse dos investidores.
As ações da Copasa tiveram uma valorização significativa após o anúncio de sua privatização, enquanto a Equatorial, vencedora do leilão, viu suas ações desvalorizarem.
As ações da Copasa (CSMG3) e da Equatorial (EQTL3) continuam a atrair a atenção dos investidores, especialmente com a privatização da Copasa em andamento.
A Equatorial foi confirmada como investidora de referência pela Copasa no processo de privatização da estatal mineira.
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
O BTG Pactual fez mudanças em sua carteira de small caps, incluindo o Banco Inter (INBR32) e a Marcopolo (POMO4) como novos integrantes, enquanto Banco Pine (PINE4) e SBF (SBFG3) foram retirados.
A semana passada trouxe importantes movimentações no mercado, incluindo o anúncio da T4F Entretenimento sobre seu fechamento de capital na B3 e a compra de um relógio de luxo por Neymar Jr.
O Bradesco BBI avaliou de forma positiva os efeitos da revisão regulatória promovida pela Aneel e a recente aquisição da participação na Copasa pela Equatorial (CSMG3).
A Copasa (CSMG3) e a Copel (CPLE3) passaram por um processo de privatização e têm se destacado no primeiro semestre de 2026, com altas significativas em suas ações.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
A CEO da Copasa, Marília Carvalho de Melo, acredita que o mercado ainda não reconheceu o total potencial de valorização da companhia após sua privatização.
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
O primeiro semestre de 2026 apresentou um desempenho negativo para o Ibovespa, que caiu 1,01% em junho e 8,24% no trimestre, resultando em uma alta acumulada de 6,76% no ano.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
A análise do Bradesco BBI elevou a recomendação das ações da Copasa (CSMG3) para 'compra', destacando o potencial de crescimento no lucro por ação (EPS) e aumento de dividendos após a privatização.
A Copasa, Companhia de Saneamento de Minas Gerais, está se preparando para uma nova fase de universalização de seus serviços de água e esgoto com o apoio do Grupo Equatorial, que se tornou seu investidor de referência.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) foi privatizada, reduzindo o controle do Estado de Minas Gerais a apenas 5,03% das ações.
Diversas empresas listadas na B3, incluindo Embraer, Lojas Renner e Cemig, anunciaram a distribuição de proventos, como juros sobre capital próprio e dividendos.
Investidores foram agraciados com a aprovação de distribuições de proventos por várias empresas, totalizando mais de R$ 1,2 bilhão.
A privatização da Copasa (CSMG3) marca o início de uma nova fase para a empresa, segundo o BTG Pactual.
A Copasa (CSMG3) entra em uma nova fase após a sua privatização, com analistas destacando um potencial significativo de valorização das ações sob a gestão da Equatorial.
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, revelou que a privatização da Copasa não visa arrecadação, mas sim assegurar investimentos para cumprir as metas de universalização de saneamento no estado.
A Equatorial assumiu a posição de acionista de referência da Copasa, uma empresa de saneamento privatizada.
A Equatorial, após adquirir 30% da Copasa, reafirma seu compromisso com o setor de saneamento, conforme declarado pelo presidente Augusto Miranda.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa – CSMG3) concluiu seu processo de privatização, levantando R$ 8,4 bilhões, tornando-se a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil.
O governo de Minas Gerais finalizou a venda de uma parte significativa da Copasa, levantando R$ 8,4 bilhões.
A Copasa (CSMG3) anunciou que a sua oferta pública de ações, com o objetivo de privatizar a companhia de saneamento de Minas Gerais, foi precificada em R$ 49,03 por papel, totalizando quase R$ 8,4 bilhões.
A privatização da Copasa (CSMG3) foi finalmente concretizada, movimentando cerca de R$ 8,38 bilhões apenas no lote principal da oferta pública.
A EZTec aprovou um novo programa de recompra de ações, que permitirá a aquisição de até 12.012.726 ações ordinárias ao longo de 18 meses, sinalizando confiança na valorização de seus papéis.
A privatização da Copasa (CSMG3) está se desenrolando, mas investidores ainda não percebem o potencial da Equatorial (EQTL3), que venceu o leilão.
A Copasa concluiu a sua oferta subsequente de ações, conhecida como 'follow-on', que arrecadou R$ 8,3 bilhões, atraindo forte interesse dos investidores.
As ações da Copasa tiveram uma valorização significativa após o anúncio de sua privatização, enquanto a Equatorial, vencedora do leilão, viu suas ações desvalorizarem.
As ações da Copasa (CSMG3) e da Equatorial (EQTL3) continuam a atrair a atenção dos investidores, especialmente com a privatização da Copasa em andamento.
A Equatorial foi confirmada como investidora de referência pela Copasa no processo de privatização da estatal mineira.