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Braskem S.A. Pfd A
Abertura
R$ 6,16
Máxima do dia
R$ 6,23
Mínima do dia
R$ 6,00
Volume
5,87 mi
Valor de mercado
4,63 bi
Máx. 52 semanas
R$ 13,78
Mín. 52 semanas
R$ 5,83
EPS/LPA
-11,455
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
A Braskem sofreu uma sequência de rebaixamentos nas últimas semanas, culminando com a recente ação do J.P.
As ações da Braskem (BRKM5) estão entre as maiores quedas do Ibovespa devido a cortes de recomendação e rebaixamentos de ratings pelas agências de classificação de crédito.
A Braskem (BRKM5) apresentou uma recuperação de 5,76% em sua cotação, fechando a última sessão a R$ 6,61, após ter testado uma região de suporte crítica entre R$ 6,11 e R$ 5,88.
A S&P rebaixou o rating da Braskem de 'brCCC-' para 'D' após a empresa obter proteção cautelar contra credores financeiras por 60 dias.
O JPMorgan rebaixou a recomendação das ações da Braskem (BRKM5) de overweight para neutra, reduzindo seu preço-alvo de R$ 15 para R$ 7,50.
O radar corporativo desta terça-feira (30) destaca eventos importantes envolvendo várias empresas.
A Braskem (BRKM5) anunciou que as agências Fitch Ratings e S&P Global Ratings rebaixaram suas notas de crédito para C e D, respectivamente, em decorrência de uma ação judicial de tutela cautelar.
As agências de classificação de risco Fitch Ratings e S&P Global rebaixaram as notas de crédito da Braskem (BRKM5), sinalizando um cenário de inadimplência iminente.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A Fitch rebaixou o rating da Braskem de ‘CC’ para ‘C’, indicando uma deterioração significativa na capacidade da petroquímica de cumprir suas obrigações financeiras.
O radar corporativo desta segunda-feira destaca várias movimentações importantes.
O Ibovespa (IBOV) teve uma alta de 2,98% nesta semana, impulsionada por dados de inflação abaixo do esperado e uma rotação global em ações.
A Braskem (BRKM5) conseguiu uma suspensão temporária da cobrança de parte de suas dívidas, alertando que o vencimento de R$ 2,7 bilhões em julho poderia acionar cláusulas que resultariam em obrigações financeiras de R$ 54 bilhões.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
A Braskem (BRKM5) obteve uma ampla proteção judicial de 60 dias que suspende ações de execução contra a empresa, possibilitando que a companhia busque um acordo para reestruturar sua dívida de mais de US$ 3 bilhões.
A Braskem obteve uma decisão favorável da Justiça para suspender, por 60 dias, a cobrança de dívidas de determinados credores financeiros.
A Justiça aceitou o pedido de proteção financeira da Braskem, que visa permitir à empresa organizar seu fluxo de caixa e reestruturar suas obrigações financeiras.
O Citi rebaixou a recomendação das ações da Braskem (BRKM5) de neutra para venda, reduzindo significativamente o preço-alvo de R$ 11,50 para R$ 4,50.
As ações preferenciais da Braskem enfrentaram volatilidade significativa ao entrar e sair de leilão várias vezes, apresentando uma queda superior a 10%.
O Ibovespa apresenta uma queda de 0,30%, refletindo uma realização de lucros nas ações de tecnologia e um clima de aversão ao risco no mercado externo.
O Citi revisou sua recomendação para as ações da Braskem (BRKM5), rebaixando de neutra para venda e reduzindo o preço-alvo em 60%.
As ações da Braskem (BRKM5) sofreram uma queda significativa de 10,50% e fecharam a R$ 6,82 após a empresa informar que não conseguiu chegar a um acordo com credores sobre sua proposta de reestruturação financeira.
As ações PNA da Braskem enfrentaram uma queda acentuada de 11,15% após os credores rejeitarem a proposta de reestruturação da dívida da empresa, considerando-a insatisfatória.
As ações da Braskem (BRKM5) enfrentaram uma queda significativa de quase 10% após a empresa anunciar que suas propostas de reestruturação da dívida foram rejeitadas pelos credores.
As ações da Braskem (BRKM5) caíram drasticamente no Ibovespa após a empresa revelar seu plano de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida superior a US$ 3 bilhões.
As ações da Braskem (BRKM5) tiveram uma queda acentuada de 9,32%, marcando R$ 6,91, após a empresa protocolar um pedido de Tutela de Urgência Cautelar para lidar com seus credores financeiros.
A Braskem (BRKM5) apresentou uma proposta preliminar de reestruturação financeira para seus credores, que inclui o alongamento dos vencimentos de suas dívidas e uma redução nas taxas de juros aplicáveis.
A Braskem (BRKM5) propôs uma reestruturação extrajudicial ambiciosa para enfrentar suas dívidas, pedindo cinco anos adicionais para pagamento, redução das taxas de juros e permissão para pagar juros em forma de título.
A Braskem solicitou proteção financeira para reorganizar suas dívidas e preservar um ambiente favorável para as negociações com credores.
O Ibovespa registrou sua quarta queda mensal consecutiva em junho, com uma desvalorização de 1,01% e fechamento a 172.024,12 pontos.
A Braskem sofreu uma sequência de rebaixamentos nas últimas semanas, culminando com a recente ação do J.P.
As ações da Braskem (BRKM5) estão entre as maiores quedas do Ibovespa devido a cortes de recomendação e rebaixamentos de ratings pelas agências de classificação de crédito.
A Braskem (BRKM5) apresentou uma recuperação de 5,76% em sua cotação, fechando a última sessão a R$ 6,61, após ter testado uma região de suporte crítica entre R$ 6,11 e R$ 5,88.
A S&P rebaixou o rating da Braskem de 'brCCC-' para 'D' após a empresa obter proteção cautelar contra credores financeiras por 60 dias.
O JPMorgan rebaixou a recomendação das ações da Braskem (BRKM5) de overweight para neutra, reduzindo seu preço-alvo de R$ 15 para R$ 7,50.
O radar corporativo desta terça-feira (30) destaca eventos importantes envolvendo várias empresas.
A Braskem (BRKM5) anunciou que as agências Fitch Ratings e S&P Global Ratings rebaixaram suas notas de crédito para C e D, respectivamente, em decorrência de uma ação judicial de tutela cautelar.
As agências de classificação de risco Fitch Ratings e S&P Global rebaixaram as notas de crédito da Braskem (BRKM5), sinalizando um cenário de inadimplência iminente.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A Fitch rebaixou o rating da Braskem de ‘CC’ para ‘C’, indicando uma deterioração significativa na capacidade da petroquímica de cumprir suas obrigações financeiras.
O radar corporativo desta segunda-feira destaca várias movimentações importantes.
O Ibovespa (IBOV) teve uma alta de 2,98% nesta semana, impulsionada por dados de inflação abaixo do esperado e uma rotação global em ações.
A Braskem (BRKM5) conseguiu uma suspensão temporária da cobrança de parte de suas dívidas, alertando que o vencimento de R$ 2,7 bilhões em julho poderia acionar cláusulas que resultariam em obrigações financeiras de R$ 54 bilhões.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
A Braskem (BRKM5) obteve uma ampla proteção judicial de 60 dias que suspende ações de execução contra a empresa, possibilitando que a companhia busque um acordo para reestruturar sua dívida de mais de US$ 3 bilhões.
A Braskem obteve uma decisão favorável da Justiça para suspender, por 60 dias, a cobrança de dívidas de determinados credores financeiros.
A Justiça aceitou o pedido de proteção financeira da Braskem, que visa permitir à empresa organizar seu fluxo de caixa e reestruturar suas obrigações financeiras.
O Citi rebaixou a recomendação das ações da Braskem (BRKM5) de neutra para venda, reduzindo significativamente o preço-alvo de R$ 11,50 para R$ 4,50.
As ações preferenciais da Braskem enfrentaram volatilidade significativa ao entrar e sair de leilão várias vezes, apresentando uma queda superior a 10%.
O Ibovespa apresenta uma queda de 0,30%, refletindo uma realização de lucros nas ações de tecnologia e um clima de aversão ao risco no mercado externo.
O Citi revisou sua recomendação para as ações da Braskem (BRKM5), rebaixando de neutra para venda e reduzindo o preço-alvo em 60%.
As ações da Braskem (BRKM5) sofreram uma queda significativa de 10,50% e fecharam a R$ 6,82 após a empresa informar que não conseguiu chegar a um acordo com credores sobre sua proposta de reestruturação financeira.
As ações PNA da Braskem enfrentaram uma queda acentuada de 11,15% após os credores rejeitarem a proposta de reestruturação da dívida da empresa, considerando-a insatisfatória.
As ações da Braskem (BRKM5) enfrentaram uma queda significativa de quase 10% após a empresa anunciar que suas propostas de reestruturação da dívida foram rejeitadas pelos credores.
As ações da Braskem (BRKM5) caíram drasticamente no Ibovespa após a empresa revelar seu plano de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida superior a US$ 3 bilhões.
As ações da Braskem (BRKM5) tiveram uma queda acentuada de 9,32%, marcando R$ 6,91, após a empresa protocolar um pedido de Tutela de Urgência Cautelar para lidar com seus credores financeiros.
A Braskem (BRKM5) apresentou uma proposta preliminar de reestruturação financeira para seus credores, que inclui o alongamento dos vencimentos de suas dívidas e uma redução nas taxas de juros aplicáveis.
A Braskem (BRKM5) propôs uma reestruturação extrajudicial ambiciosa para enfrentar suas dívidas, pedindo cinco anos adicionais para pagamento, redução das taxas de juros e permissão para pagar juros em forma de título.
A Braskem solicitou proteção financeira para reorganizar suas dívidas e preservar um ambiente favorável para as negociações com credores.