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Banco do Brasil S.A.
Abertura
R$ 19,57
Máxima do dia
R$ 20,06
Mínima do dia
R$ 19,51
Volume
24,51 mi
Valor de mercado
111,69 bi
Máx. 52 semanas
R$ 27,81
Mín. 52 semanas
R$ 18,12
EPS/LPA
2,217
P/L
8,9941
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
A semana passada trouxe importantes movimentações no mercado, incluindo o anúncio da T4F Entretenimento sobre seu fechamento de capital na B3 e a compra de um relógio de luxo por Neymar Jr.
Os principais bancos brasileiros estão em destaque para investidores em busca de dividendos, com o Itaú se destacando em comparação a Bradesco e Banco do Brasil.
O Ibovespa fechou em alta, alcançando 174 mil pontos, o maior nível desde junho, influenciado pela expectativa de um corte de juros na Selic devido à produção industrial abaixo das expectativas.
O Banco do Brasil (BBAS3) informou que destinará R$ 210 bilhões para financiar a safra 2026/27, com o intuito de apoiar tanto pequenos e médios produtores, quanto a agricultura empresarial.
O Ibovespa iniciou a sexta-feira em alta, impulsionado pela performance das ações de bancos, como Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Santander, que tiveram altas entre 0,41% e 0,90%.
O Ibovespa fechou em alta de 0,64% após um alívio no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que trouxe expectativas de que o Federal Reserve poderia não elevar os juros tão cedo.
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) apresentou os resultados financeiros das estatais federais, que alcançaram um lucro líquido de R$ 169,4 bilhões em 2025, representando um aumento considerável de 45,4% em comparação ao ano anterior.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O Ibovespa começou o segundo semestre com uma leve queda de 0,20%, refletindo um aumento da aversão ao risco no mercado doméstico.
O Ibovespa iniciou o mês de julho com uma queda de 0,2%, refletindo a cautela dos investidores diante da incerteza sobre o ciclo de juros e as eleições.
A Bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa, apresentou uma leve queda de 0,20%, fechando aos 171.689 pontos.
A temporada de resultados do segundo trimestre de 2026 para os bancos brasileiros indicará uma crescente disparidade de desempenho entre as instituições.
O Ibovespa apresentou um desempenho negativo, fechando em baixa de 0,68% após um dia volátil, onde chegou a registrar mínimas de 170.538 pontos.
O novo programa de crédito, conhecido como Desenrola, foi estruturado para beneficiar aqueles que estão em dia com suas parcelas ou com um pequeno atraso.
O Morgan Stanley analisou os últimos dados do Banco Central e concluiu que a inadimplência no Brasil não apresenta um problema sistêmico, mas está concentrada em alguns setores, especialmente no agronegócio.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A liquidez na B3 foi significativamente impactada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, resultando em um volume financeiro de R$ 10,2 bilhões, 54% menor que a média diária.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
O Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu um alívio significativo de R$ 4,1 bilhões após o Tribunal de Contas da União autorizar a renegociação do cronograma de devolução de um instrumento financeiro que contraiu com o Tesouro Nacional.
O Banco do Brasil recebeu aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU) para modificar o cronograma de devolução do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) ao Tesouro Nacional.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
As ações de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) foram as mais negociadas na B3 em maio de 2026, conforme revelou um levantamento da plataforma Datawise+.
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) já foram muito procuradas por investidores em busca de dividendos, mas mudanças em sua política de distribuição de proventos diminuíram a atratividade.
A S&P Global Ratings reafirmou os ratings soberanos do Brasil em 'BB/B', mantendo a perspectiva estável, refletindo a compensação entre a robustez das reservas internacionais e as fragilidades fiscais do país.
O Ibovespa teve um dia positivo, avançando mais de 1% após a divulgação de dados de inflação que vieram abaixo das expectativas tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
O Ibovespa apresentou queda de 0,44%, finalizando o dia a 170.506,66 pontos, pressionado especialmente pelas ações da Petrobras e da Vale, que recuaram devido a fatores externos como a queda no preço do petróleo.
O Citi revisou sua recomendação para o Banco do Brasil (BBAS3), reduzindo o preço-alvo de R$ 25 para R$ 21, o que indica uma expectativa de valorização de cerca de 11%.
O Citi ajustou os preços-alvo para ações de grandes bancos brasileiros, incluindo cortes para Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4), em resposta a um cenário macroeconômico mais desafiador, caracterizado por juros altos e aumento da inadimplência.
Os analistas do Citi reduziram os preços-alvo das ações de diversos bancos brasileiros devido a um cenário macroeconômico mais desafiador e ao aumento do custo de capital.
O Santander publicou um relatório que discute como o fenômeno climático El Niño pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em relação à volatilidade de ações e setores específicos.
A semana passada trouxe importantes movimentações no mercado, incluindo o anúncio da T4F Entretenimento sobre seu fechamento de capital na B3 e a compra de um relógio de luxo por Neymar Jr.
Os principais bancos brasileiros estão em destaque para investidores em busca de dividendos, com o Itaú se destacando em comparação a Bradesco e Banco do Brasil.
O Ibovespa fechou em alta, alcançando 174 mil pontos, o maior nível desde junho, influenciado pela expectativa de um corte de juros na Selic devido à produção industrial abaixo das expectativas.
O Banco do Brasil (BBAS3) informou que destinará R$ 210 bilhões para financiar a safra 2026/27, com o intuito de apoiar tanto pequenos e médios produtores, quanto a agricultura empresarial.
O Ibovespa iniciou a sexta-feira em alta, impulsionado pela performance das ações de bancos, como Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Santander, que tiveram altas entre 0,41% e 0,90%.
O Ibovespa fechou em alta de 0,64% após um alívio no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que trouxe expectativas de que o Federal Reserve poderia não elevar os juros tão cedo.
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) apresentou os resultados financeiros das estatais federais, que alcançaram um lucro líquido de R$ 169,4 bilhões em 2025, representando um aumento considerável de 45,4% em comparação ao ano anterior.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa avançou 0,64% devido a dados fracos do relatório de empregos dos EUA.
O Ibovespa começou o segundo semestre com uma leve queda de 0,20%, refletindo um aumento da aversão ao risco no mercado doméstico.
O Ibovespa iniciou o mês de julho com uma queda de 0,2%, refletindo a cautela dos investidores diante da incerteza sobre o ciclo de juros e as eleições.
A Bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa, apresentou uma leve queda de 0,20%, fechando aos 171.689 pontos.
A temporada de resultados do segundo trimestre de 2026 para os bancos brasileiros indicará uma crescente disparidade de desempenho entre as instituições.
O Ibovespa apresentou um desempenho negativo, fechando em baixa de 0,68% após um dia volátil, onde chegou a registrar mínimas de 170.538 pontos.
O novo programa de crédito, conhecido como Desenrola, foi estruturado para beneficiar aqueles que estão em dia com suas parcelas ou com um pequeno atraso.
O Morgan Stanley analisou os últimos dados do Banco Central e concluiu que a inadimplência no Brasil não apresenta um problema sistêmico, mas está concentrada em alguns setores, especialmente no agronegócio.
Nesta segunda-feira, o Ibovespa flertou com a marca de 174 mil pontos, mas terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, fechando a 173.205,35 pontos.
A liquidez na B3 foi significativamente impactada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, resultando em um volume financeiro de R$ 10,2 bilhões, 54% menor que a média diária.
O fenômeno 'El Niño Godzilla', que ocorrerá entre 2026 e 2027, tem gerado grande inquietação entre investidores e analistas, especialmente no Brasil, que se torna um mercado-chave nesse cenário.
O Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu um alívio significativo de R$ 4,1 bilhões após o Tribunal de Contas da União autorizar a renegociação do cronograma de devolução de um instrumento financeiro que contraiu com o Tesouro Nacional.
O Banco do Brasil recebeu aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU) para modificar o cronograma de devolução do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) ao Tesouro Nacional.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pelas ações de bancos, com um ganho acumulado de quase 3% na semana.
As ações de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) foram as mais negociadas na B3 em maio de 2026, conforme revelou um levantamento da plataforma Datawise+.
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) já foram muito procuradas por investidores em busca de dividendos, mas mudanças em sua política de distribuição de proventos diminuíram a atratividade.
A S&P Global Ratings reafirmou os ratings soberanos do Brasil em 'BB/B', mantendo a perspectiva estável, refletindo a compensação entre a robustez das reservas internacionais e as fragilidades fiscais do país.
O Ibovespa teve um dia positivo, avançando mais de 1% após a divulgação de dados de inflação que vieram abaixo das expectativas tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
O Ibovespa apresentou queda de 0,44%, finalizando o dia a 170.506,66 pontos, pressionado especialmente pelas ações da Petrobras e da Vale, que recuaram devido a fatores externos como a queda no preço do petróleo.
O Citi revisou sua recomendação para o Banco do Brasil (BBAS3), reduzindo o preço-alvo de R$ 25 para R$ 21, o que indica uma expectativa de valorização de cerca de 11%.
O Citi ajustou os preços-alvo para ações de grandes bancos brasileiros, incluindo cortes para Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4), em resposta a um cenário macroeconômico mais desafiador, caracterizado por juros altos e aumento da inadimplência.
Os analistas do Citi reduziram os preços-alvo das ações de diversos bancos brasileiros devido a um cenário macroeconômico mais desafiador e ao aumento do custo de capital.