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Allos S.A.
Abertura
R$ 28,07
Máxima do dia
R$ 28,07
Mínima do dia
R$ 27,60
Volume
3,92 mi
Valor de mercado
14,2 bi
Máx. 52 semanas
R$ 34,17
Mín. 52 semanas
R$ 20,93
EPS/LPA
2,1671
P/L
16,8271
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
Pelo menos 17 empresas listadas na B3 vão distribuir dividendos e juros sobre capital próprio em julho.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
O radar corporativo revela movimentos significativos em várias empresas.
A Allos (ALOS3) esclareceu a estimativa de receita de R$ 539 milhões em projetos multiuso, que é a parte atribuível à sua participação nos ativos, em resposta a uma reportagem.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
Em meio ao aumento das expectativas de inflação e juros, a XP Investimentos analisou 140 empresas da B3 e destacou aquelas com menor endividamento, considerando que a situação financeira dessas companhias permanece saudável.
O radar corporativo desta quinta-feira destaca a distribuição de proventos da TIM, Porto e Allos, além de decisões importantes como a aprovação de recompra de ações pela Ultra e o pedido de arbitragem da Brava.
O Conselho de Administração da TIM aprovou a distribuição de R$ 400 milhões em Juros Sobre Capital Próprio, correspondentes a R$ 0,1675 por ação, com pagamento programado para julho de 2026.
Junho se mostra um mês promissor para investidores focados em rendimento, já que Tim, Porto e Allos anunciaram a distribuição de mais de R$ 1,1 bilhão em proventos.
A Bolsa brasileira enfrentou uma considerável correção, com o Ibovespa registrando oito semanas consecutivas de queda.
O Bank of America (BofA) está adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações conhecidas como 'bond proxies', que são consideradas substitutas da renda fixa.
A bolsa brasileira enfrenta um cenário desafiador, com o Ibovespa perdendo a confiança de grandes bancos como o BTG Pactual e o Bank of America.
O Safra ajustou sua carteira recomendada de ações com foco em dividendos para junho, retirando a Vibra Energia (VBBR3) e incluindo a Marcopolo (POMO4).
O mês de maio foi desastroso para o Ibovespa, marcando seu pior desempenho nos últimos três anos devido a pressões externas e dados internos negativos.
A Guepardo Investimentos, gestora brasileira, destacou suas estratégias de investimento em sua nova carta trimestral, demonstrando um desempenho extraordinário com um retorno superior a 11.500% desde 2001.
A Allos, maior companhia de shopping centers do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 248 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma queda de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No primeiro semestre de 2026, as ações pagadoras de dividendos superaram tanto o Ibovespa quanto o CDI, oferecendo um retorno significativo aos investidores que buscam renda passiva.
Com a atual seletividade da Bolsa, investidores estão voltando a buscar ações que garantam retorno, especialmente por meio de dividendos.
As ações recomendadas para julho refletem um mercado que se mostra mais cauteloso, priorizando ativos com liquidez e geração de caixa em meio a um cenário de juros ainda altos e incertezas eleitorais.
Pelo menos 17 empresas listadas na B3 vão distribuir dividendos e juros sobre capital próprio em julho.
Em um contexto econômico marcado por taxas de juros elevadas e inflação, o Itaú BBA apresentou suas ações e setores preferidos para o segundo semestre.
O radar corporativo revela movimentos significativos em várias empresas.
A Allos (ALOS3) esclareceu a estimativa de receita de R$ 539 milhões em projetos multiuso, que é a parte atribuível à sua participação nos ativos, em resposta a uma reportagem.
O setor de construtoras no Brasil continua apresentando oportunidades, especialmente entre as que atuam no segmento de baixa renda.
Em meio ao aumento das expectativas de inflação e juros, a XP Investimentos analisou 140 empresas da B3 e destacou aquelas com menor endividamento, considerando que a situação financeira dessas companhias permanece saudável.
O radar corporativo desta quinta-feira destaca a distribuição de proventos da TIM, Porto e Allos, além de decisões importantes como a aprovação de recompra de ações pela Ultra e o pedido de arbitragem da Brava.
O Conselho de Administração da TIM aprovou a distribuição de R$ 400 milhões em Juros Sobre Capital Próprio, correspondentes a R$ 0,1675 por ação, com pagamento programado para julho de 2026.
Junho se mostra um mês promissor para investidores focados em rendimento, já que Tim, Porto e Allos anunciaram a distribuição de mais de R$ 1,1 bilhão em proventos.
A Bolsa brasileira enfrentou uma considerável correção, com o Ibovespa registrando oito semanas consecutivas de queda.
O Bank of America (BofA) está adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações conhecidas como 'bond proxies', que são consideradas substitutas da renda fixa.
A bolsa brasileira enfrenta um cenário desafiador, com o Ibovespa perdendo a confiança de grandes bancos como o BTG Pactual e o Bank of America.
O Safra ajustou sua carteira recomendada de ações com foco em dividendos para junho, retirando a Vibra Energia (VBBR3) e incluindo a Marcopolo (POMO4).
O mês de maio foi desastroso para o Ibovespa, marcando seu pior desempenho nos últimos três anos devido a pressões externas e dados internos negativos.
A Guepardo Investimentos, gestora brasileira, destacou suas estratégias de investimento em sua nova carta trimestral, demonstrando um desempenho extraordinário com um retorno superior a 11.500% desde 2001.
A Allos, maior companhia de shopping centers do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 248 milhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo uma queda de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.