Disparada do petróleo pressiona cadeia do plástico, mas setor não vê risco de desabastecimento
O aumento dos preços do petróleo, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, tem pressionado a cadeia produtiva do plástico no Brasil, levando a um aumento significativo nos custos das resinas e insumos petroquímicos. Apesar dessa pressão, representantes do setor afirmam que não há risco de desabastecimento a curto prazo, pois a capacidade instalada atende à demanda local. As projeções de crescimento para a demanda de PET também foram revisadas para baixo, refletindo o impacto que o aumento nos preços pode ter sobre o consumo.
Hoje às 12:46
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O aumento nos preços das resinas, associado a uma possível redução na demanda de PET devido ao encarecimento de embalagens, poderá afetar empresas do setor químico e de embalagens. Além disso, a competividade das indústrias nacionais pode ser comprometida por práticas desleais de comércio internacional, impactando suas margens de lucro e posições no mercado. A capacidade de produção interna e a dinâmica de importação também desempenham papéis cruciais na estabilidade do fornecimento e dos preços no mercado brasileiro.
Ativos impactados